Em qual posição da hierarquia da persuasão você está? Aliás, você sabia que existe uma hierarquia? Confira o post de hoje!

Hierarquia da persuasão

Dando sequência ao nosso desafio, vou utilizar ainda o livro que indiquei no último post:

“Máxima influência – As 12 leis universais da persuasão efetiva” – Kurt W. Mortensen.

Se você quer saber mais sobre o assunto (que é muito interessantes), recomendo a leitura.

Antes de mais nada é preciso entender o conceito da hierarquia da persuasão.

Segundo o autor, existe a persuasão de aceitação a curto prazo e a de a longo prazo.

A fim de chegar à de longo prazo, será preciso percorrer um caminho e o interessante aqui é que você tente achar em que patamar está no momento.

Além disso, é claro, temos que conhecer quais são as etapas.

Então, vamos lá!

 

Análise da hierarquia

Observando a figura você vê 7 estágios, onde o controle é a pior forma de persuadir e acima de tudo está o carisma.

De acordo com Mortensen, o melhor dos mundos é ter as características que estão no topo da pirâmide.

De fato, é bem simples perceber que as 2 formas da base da pirâmide são de curto prazo, pois elas só duram enquanto as pessoas não podem se livrar de quem as controla e manipula.

A terceira – comando – dura enquanto a pessoa exerce autoridade sobre as demais.

Logo, perdeu a autoridade, perdeu o poder de persuadir.

Bem no meio da pirâmide está a anuência, que só acontece mediante o oferecimento de algo em troca.

Funciona? Sim, funciona. Aliás, todas funcionam, mas também só vai acontecer quanto tivermos uma moeda de troca.

Mas do meio da pirâmide para cima, vemos que realmente os tipos de persuasão são mais duráveis.

Cooperação, por exemplo, é uma ótima forma de persuadir as pessoas.

Afinal, se você é colaborativa, fica muito mais difícil alguém lhe dizer um não.

Pode até acontecer, com toda certeza, mas será bem mais difícil.

O compromisso também vai na mesma linha, pois quando você se compromete com as pessoas, elas acabam retribuindo naturalmente.

Porém, no topo da pirâmide está o carisma, aquilo que faz os outros se renderem a quem o possui!

Sabe aquela pessoa que todo mundo quer estar perto, ajudar, colaborar, ouvir?

Certamente é uma pessoa carismática.

E essa qualidade está no topo da pirâmide porque basicamente não é preciso fazer nada para persuadir os outros!

A pessoa é assim e isso basta.

Ela não precisa barganhar, controlar nem ameaçar.

Simplesmente ela pede e as pessoas atendem!

 

Onde você está e aonde quer chegar?

O desafio é que você identifique onde está e comece a pensar em como chegar na etapa de cima.

Um desafio e tanto, não é mesmo?

Certamente não será fácil, mas você consegue!

 

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Sempre é tempo para melhorar, então, clique nos posts anteriores:

Desafio da Produtividade #1 – O mito da carga horária brasileira

Desafio da Produtividade #2 – Hábitos de produtividade

Desafio da Produtividade #3 – Técnica Pomodoro

Desafio da Produtividade #4 – Tenha metas

Desafio da Produtividade #5 – O poder da persuasão

 

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Nos vemos!

Jornalista, especialista em finanças, autora de 5 best-selleres, colaboradora dos programas Mulheres (TV Gazeta) e Escola do Amor (Record TV). Colunista do portal R7 e youtuber.

  • Oi Paty. Sem ter essa noção, sempre usei a de longo prazo com os alunos de inglês adolescentes que dei aula e com o meu filho. E sempre deu (e ainda dá) resultado. Só tenho problema de persuasão onde trabalho. Tentei na base da cooperação e da autoridade. Não funcionou nenhum dos dois. Não importou o tanto que expliquei a importância de seguir as regras, os avisos que dei… agora, a vaca foi para o brejo.

  • Paty, buscando saber mais sobre carisma, encontrei dois livros sobre o assunto: “O poder do carisma” e “O Segredo das pessoas carismáticas” você já leu algum deles? Se sim, poderia me indicar o mais interessante 😉

    • Oi, Nanda! Não li nenhum. O que indico é esse que cito no artigo. Bjs

  • É engraçado como eu nunca tinha pensado dessa forma até ler os seus dois posts. Agora estou analisando todos do trabalho, tentando encaixá-los na pirâmide rsrs. Eu acredito que estou na Cooperação, mas tentarei subir um pouco mais.

  • Ola, Paty. Estou quase no topo, sou comprometida (sou assim naturalmente, é da minha personalidade), e por isso vivia sobrecarregada de projetos, urgentes e importantes, o que gerava um certo desconforto, desconfiança e ciumeira na equipe, alguns interpretavam como se eu fosse a “queridinha”, “protegida”, essas bobagens infantis e imaturas. O que o povo não sabia é que muitas vezes eu desenvolvi e implantei (implementei? sempre tenho dúvidas com essas 2 palavrinhas) projetos que não eram encomendas de alguém, eram oportunidades que identifiquei, estudei, analisei, apresentei pra chefia, em alguns casos tive que insistir muito que aquilo daria certo e era factível e também geraria economia ou receita. Pensavam que tudo o que saía da minha mão era encomenda, e ME questionavam porque eu fazia tudo… aff…
    Quando eu precisava da cooperação de outras pessoas, nos projetos, sempre explicava a importância daquilo para a empresa, qual seria o ganho; acho que comprometer a outra pessoa, fazer com que ela sinta que é parte importante do processo é um bom incentivo pra alcançar resultados, na maior parte das vezes a pessoa tende a achar que aquele extra é só um extra mesmo, que vai trazer mais trabalho e que é um “&@/*”… Tamanha incoerência, reclamam que não são envolvidos, quando são não querem fazer… É difícil…

    Hoje estou aposentada, construí e planejei minha saída da empresa, com o conhecimento e participação do meu chefe, só pra você saber, comuniquei que me afastaria com 3 anos de antecedência pra nós prepararmos alguém pra ocupar minha posição.
    De vez em quando alguém ainda me liga com alguma pergunta e eu ajudo com o maior prazer.
    Desculpa o textão…
    Beijos, adoro seu blog, quase não comento mas te acompanho há tempos…

    • Você fez a sua parte e está fazendo falta (caso contrário não te ligariam até hoje) e é isso que um bom colaborador faz: deixa saudade quando sai! Parabéns!

  • Estou no degrau cooperação lutando para subir para compromisso. Normalmente com emcorajamento. Mas às vezes é preciso utilizar a coação como último recurso e avisando que se infelizmente ela não cooperar com as atividades esta conduta terá que ser reportada ao superior. Pois reportar uma situação prejudicial ao coletivo é nossa responsabilidade.
    Eu gostaria de saber como o carismático reage a uma pessoa que não coopera e não quer cooperar? Uma pessoa que seu carisma não surge efeito.

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