Todas nós queremos conquistar um lugar ao sol, mas como andamos na contramão, não é no grito e nem na forçada. Confira o post e conquiste o seu espaço!

Conquiste seu espaço

(Desafio 2 MNC – Mulher na contramão)

 

De algumas décadas para cá as mulheres têm lutado para que seu espaço na sociedade seja reconhecido.

E graças a Deus por isso, afinal, acabamos ficando sem voz por muito tempo.

A mulher não podia votar, trabalhar fora e nem mesmo ter seu próprio CPF.

Se isso é inimaginável nos dias de hoje é porque houve quem requeresse esses direitos lá atrás.

Muitas foram para as ruas e enfrentaram muita resistência, mas hoje, temos outros meios de fazer isso.

Hoje a internet nos trouxe a oportunidade de expor o que pensamos e o direito nos dá essa voz.

Temos leis igualitárias e meios legítimos para requerer aquilo que nos é de direito.

Porém, no mercado de trabalho ainda há certas incoerências.

Mas não me refiro à diferença de gênero e, sim, a injustiças que podem acontecer com qualquer um.

Pense se no seu local de trabalho não há pessoas injustiçadas?

Pessoas = homem e mulher e não apenas mulher.

Particularmente trabalho em um universo bem masculino, pois o mercado financeiro sempre foi dominado por homens.

Mas sabe o que eu vejo nesse mercado em relação às mulheres?

Não vejo injustiça e nem que os homens não nos dão lugar.

O que vejo é desinteresse por parte de muitas mulheres, afinal de contas, quando queremos, conquistamos nosso lugar.

Os lugares não são dos homens, são de quem os deseja conquistar.

Veja o depoimento da Neucimara Ribeiro, nossa leitora aqui do blog:

Trabalho no agronegócio e não gosto como os movimentos feministas/femininos colocam algumas coisas… Sou fitopatologista…tenho 20 anos de profissão, nunca percebi preconceito comigo e também não me tornei homem para ser respeitada. O respeito e a admiração pelo seu trabalho são construídos com esforço todos os dias e isso vale para todos os gêneros, raça e cor.

Portanto, ande na contramão desses movimentos que mostram a mulher como vítima, como incapaz, como alguém que precisa de ajuda para chegar onde quer.

Nós somos competentes e podemos conquistar o que desejarmos sem que sejamos chatas, briguentas, impositivas e inconvenientes.

Conquiste o seu lugar pela sua competência e jamais se faça de vítima.

Empoderamento e vitimismo não combinam, não é mesmo?

 

Confira o primeiro desafio

Desafio #1 – Mulher na contramão

 

Nos vemos na sexta!

Jornalista, especialista em finanças e autora de 5 best-selleres. Colunista do portal R7 e apresentadora do JR Dinheiro, no Jornal da Record.

  • Eu tenho a sensação de que as pessoas ainda não entenderam que precisam desenvolver suas habilidades de forma completa.
    Exemplo: no caso do mercado financeiro, precisa tirar as certificações correspondentes para o público com quem você quer trabalhar – CPA-10 (público varejo), CPA-20 (público alta renda), CEA ou CFP (público muito ricos ou private banking). Para gerir fundos de investimento, CGA. Para ser agente autônomo, tem a AAI, da Planejar. E por aí, vai. Até chegar à mais alta patente, a CFA, aonde nós, mulheres, somos muito poucas e precisa de inglês fluente e é inglês de negócios, prova cara, preparação difícil, muita matemática.
    Na área de TI, também tem a questão das certificações. O mundo do diploma de graduação e pós está chegando ao fim em algumas carreiras. Desculpa, ficou grande. Eu não consigo deixar comentário pequeno, rs.

  • Muito bom. Tenho a mesma opnião da leitora de agronegócio. Trabalho na área de TI desde 1987. Nunca tive problema com relação ao meu sexo biológico (gênero e sexo são termos para definir coisas diferentes, não vamos aceitar essa troca tombem). O que vejo, são poucas mulheres na área. Meu filho se formou também em TI, e no evento da formatura, em uma turma de + de 40 homens, tinha 2 mulheres. Movimentos feministas, querem convencer que somos discriminadas na área. Não aceito.

    • O que eu vejo é o desinteresse das mulheres na área, nada mais do que isso… Beijos, Sandra 🙂

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