O que mais se ouve falar é sobre empatia, amor ao próximo, tolerância, colaboração etc. Mas estamos vendo que isso não passa de discurso vazio. Confira!

Não há empatia, apenas discursos

Se você está acompanhando os posts neste confinamento (que em SP começou no dia 24), já deve ter percebido que estou indignada.

E essa indignação tem sido provocada por diversas questões, por exemplo:

Os discursos vazios de influenciadores e artistas que se julgam ditadores do que é certo e errado.

Chega a ser um insulto que alguns postem fotos e vídeos à beira da piscina, curtindo sua fortuna e MANDANDO as pessoas ficarem em casa para que seus parentes não morram.

Primeiro que é muito fácil mandar os outros ficarem em caso quando a sua casa é uma fortaleza cheia do bom e do melhor.

E outra que é um desserviço espalhar esse pânico todo.

Há um grupo de risco que deve ser poupado e mantido dentro de casa: as pessoas maiores de 60 anos.

Mas para o restante das pessoas já está mais do que provado que o vírus não passa de uma gripe que, em muitos casos, a pessoa mal percebe que está infectada.

O número de mortes é menor do que as vítimas de inúmeras doenças que ninguém liga a mínima.

Então por que essa comoção toda?

Se esse discurso de empatia e amor ao próximo fossem verdade, esses artistas cheios de si estariam DOANDO ao povo que os enriqueceu com sua audiência, uma pequena parte do muito que possuem.

Reconheço que as pessoas que fizeram fortuna honestamente têm todo direito de desfrutar dela, mas agir como se estivessem acima dos outros chega a ser ridículo.

Ninguém é obrigado a ajudar os outros, mas uma vez que se colocam como ditadores do que os outros têm de fazer, aí a coisa muda de figura.

Por isso, repense sobre as pessoas que você segue.

Repense se aquele seu “ídolo” merece a sua atenção.

Reveja o seu conceito sobre as celebridades que você admira.

Ser admirado pela aparência ou pelo talento não é suficiente para quem quer posar de bom moço e boa moça.

É preciso ser, bem mais do que dizer.

E para que nós não sejamos iguais a esses hipócritas causadores de pânico (que, inclusive, muitos deles estão TRABALHANDO enquanto mandam você ficar em casa e depois se virar com as contas), vamos fazer a nossa parte.

Se você pode comprar uma cesta básica (ou mais), faça isso e entregue nos lugares que estão coletando.

A Igreja Universal é uma delas e aqui perto de casa eles sempre ajudam duas comunidades carentes.

Eu vou ao mercado comprar o que eu puder e passar lá para entregar (não está havendo reuniões e cultos, mas as igrejas estão abertas para orações individuais e para receber essas doações).

Se você não tem condição de fazer isso, mas pode ajudar com menos ou não quer sair de casa, veja ao menos se algum vizinho ou parente está necessitado de algo que você tenha sobrando.

Ajude, não se omita. Esse é o momento de mostrarmos que temos a empatia e o amor ao próximo de que tanto se fala.

 

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Leia os posts anteriores:

#1 – Quando a guerra estoura

#2 – Fuja da hipocrisia

#3 – Fake news, em que acreditar?

 

Nos vemos amanhã!

Jornalista, especialista em finanças e autora de 5 best-selleres. Colunista do portal R7 e apresentadora do JR Dinheiro, no Jornal da Record.

  • Aliás assisti ontem o discurso do secretário executivo da saúde e ele falou em alto e bom som que não há problema as pessoas saírem por 15 ou 20 minutos para se exercitar num parque, fazer uma caminhada, não ha problema a igreja estar aberta, o que não pode é haver aglomerações de pessoas.

    Aí você vê Patricia, pra que esse exagero todo de querer socar as pessoas dentro de casa dessa forma?

    • Para mostrar que eles têm total controle sobre nós e que o pavor que a imprensa promove funciona. Eles controlam as mentes, a posição geográfica e empobrecem as pessoas pelo pânico. Simples assim…

  • oi Patricia é isso mesmo vc é uma pessoa sensata sabe o que fala. abraço.

  • Artigo perfeito! Já estou refletindo há dias até mesmo quem sigo nas redes sociais.

  • Tenho lido seus sobre o confinamento, quanta lucidez! Eu estava assim seguindo pessoas que percebi em nada me acrescentava, e pior, me fazia me senti inutil. Parabéns vamos fazer a nossa parte aquela que Deus espera sempre que façamos.

  • Olá Patricia!
    Está corretíssima em suas observações, mas gostaria de fazer uma tbm se me permite: em relação ao vírus, creio que o problema não seja só em a pessoa não ser infectada, mas sim, em ser um agente transmissor do vírus. Por exemplo: uma criança não está no grupo de risco, pode pegar o vírus, e não acontecer nada com ela. Mas sem ela saber , ela pode passar esse vírus para os avós dela, que eles sim podem vir apresentar sintomas…
    Como mencionei acima, vc está correta, mas tbm analiso essa parte do agente transmissor que é responsabilidade de todos nós para a diminuição da disseminação desse vírus.
    Obrigada!!

    • Por isso é que o grupo de risco deve ficar isolado. Minha mãe tem 80 anos e está na casa dela, sem visitas e sem contato com ninguém. Mas eu e meu marido que não pertencemos a esse grupo não precisamos de 100% de isolamento e não nos aproximamos de quem pode ser infectado e ter problemas sérios. Bjs!

  • Excelente artigo. Os ricos, artistas tinham que ser os primeiros a doar.

  • Verdade!

    Vamos agir e procurar ajudar da melhor forma possível!

  • Olá Paty, eu não estou em confinamento pois trabalho em uma empresa de vendas online. Tomando todos os devidos cuidados, não paramos. Mas a loja física se encontra fechada devido ao decreto do município do RS. Portanto não acompanhei muito as redes sociais, e o pouco que vi realmente era como citou. Pessoas na beira da piscina, algumas servindo espumante e outras bebidas, alguns se exercitando em um pátio enorme com a grama aparada e com muros altos… enfim, nessas condições ninguém se abala em precisar ficar em casa sendo controlados pelo governo. Acho sim importante e essencial o grupo de risco se manter isolado, tenho meus pais que evito ao máximo ir visitar na atual situação. Mas o Brasil não pode parar! Que Deus continue iluminando você e a todos que estão ajudando de alguma forma a quem realmente precisa. Beijos!

  • E se você for na onda dessa turma, não sai da tela do celular, por que é um monte de live, stories…
    Pretendo voltar às redes mas com um perfil profissional ou de hobby. Perfil pessoal, no momento, não.
    Aliás, Paty, aproveitando… nessa quarentena, a gente vai planejando as coisas. Você acha que começar um blog, hoje, seria uma boa? Ou a nova audiência está praticamente toda em redes sociais, mesmo?

    • Eu creio que se o conteúdo for bom as pessoas virão. Mas um bom começo seria usar as redes e, depois, levar a pessoa para o seu ambiente. Beijos e sucesso no novo blog (já estou vendo!). 😀

  • Olá Patrícia, muito bom seu post e refleti sobre quem eu sigo. Eu sigo você. Aprendizagem pura, conteúdo com consistência. Não perco tempo com influenciadores que são principalmente artístitas, geralmente não têm conteúdo e não acrescentam nada. Obrigada pelos seus posts. Abraços.

  • Boa tarde Paty!

    Sou autônoma, até parei por uns dias, mas de fato não da pra ficar parada muito tempo acovardado dentro de casa, mesmo humanamente falando pertencendo ao grupo de risco (pela fé não sou não), por conta do histórico de bronquite alérgica, e aqui em casa sou eu e minha mãe com mais de 60, então por ser a mais jovem com 30, quem tem que ir a luta sou eu em um momento desse, mesmo com os riscos.
    Deixo sugestões de posts sobre o que fazer acerca de trabalho num momento desses. Não to desesperada, mas tô colocando a cabeça pra pensar como produzir renda nesse momento, vou ter que me reinventar e repensar a vida profissional e o negócio.

    Outra coisa, o link do curso deve estar com problemas, tentei acessar com dois navegadores diferentes e não consegui acessar.

    Bjos e até o próximo post!

    • Verifiquei e está ok. Pode ser que tenha havido algum problema no momento que vc tentou. A internet está sobrecarregada nesses dias de quarentena.

  • Moro com minha filha e meu neto de 8 anos. Eles não podem se expor porque se ficarem doentes , fatalmente passarão para mim. Tenho 71 anos e sou hipertensa. Estou fazendo a minha parte ficando em casa e procurando ajudar como posso.

  • Já faz algum tempo que SELECIONO a blogueira que vou seguir, o CANAL DE TV que vou assistir, em fim… O que não tem qualidade e não acrescenta no meu aprendizado ou no meu objetivo de buscar ser uma pessoa melhor eu me blindo e não sigo nas redes sociais.
    Abraços Patrícia.

  • Boa noite!!
    É verdade, não sair de uma mansão a beira da piscina, com acadêmia e muito mais é muito bom.
    Mas ,nós seres reais temos contas para pagar.Eu penso que deveria ficar em casa os casos de risco . Pessoas de 60 anos para cima e com problemas de saúde crônicas. E quem não está nesse quadro voltar para o trabalho.
    Acho também que , determinado canal de tv tem tirado grande aproveito e feito politicagem, e colocado grande terror nas pessoas.
    A Igreja Universal, tem feito um lindo trabalho para as pessoas que não tem condições. Isso ninguém fala. 😘

  • Olá Patrícia boa noite. É uma verdade o que você falou, a mídia só coloca pânico nas pessoas e com isso muita gente fica apavorada e acabam deixando de fazer seus compromissos por conta do controle que é imposto sobre cada um. Pessoas que já perderam emprego e outras que já estão prestes a perderem por não poderem sair de suas casas para colocar o pão na mesa. O que devemos fazer, é nos enchermos de conhecimento para não nos deixarmos ser levadas pela mídia e por tantas mentiras que tentam colocar sobre nós.

  • Com ou sem empatia o vírus pega. O isolamento é difícil mas necessário. Temos exemplos de países que demoraram a tomar essa providência, diminuí o número de infectados contribuem para não colapsar o sistema de saúde, Público e privados. O número em todo continente europeu já passa de 20 mil. Portanto, colaborar para que não sejamos mais um país com milhares de mortos. Já sabemos que esse vírus não escolhe idade muitos jovens morreram. O momento pede colaboração. Esperar que isso vai passar.

  • Estão ótimos os posts. Bem esclarecedores para quem quer pensar e não seguir a onda de pânico.

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