Saindo da bolha

As vezes vivemos tão isoladas no nosso mundinho que não conseguimos enxergar as coisas mais simples e verdadeiras à nossa volta. É como estar numa bolha!

BOLHA

Muitas pessoas reclamam que foram mal recepcionadas no restaurante, mal atendidas no salão de beleza, mal atendidas no consultório médico, reclamam que falaram com ela com grosseria, que não são citadas para um determinado posto no trabalho, que ninguém faz conta delas etc.

Porém, muitas vezes a razão é bem simples: elas fazem exatamente o mesmo com as outras pessoas! As tratam com grosseria, respondem ironicamente, estão sempre com a cara fechada e de mal humor. Como receber o contrario? Acompanhe comigo estes preciosos ensinamentos:

“A resposta branda acalma a ira, mas a palavra áspera aumenta a raiva” (Prov. 15:1) ou seja, por mais que uma pessoa esteja nervosa e lhe trate mal ou lhe responda com grosseria, você pode reverter esse quadro, com tão somente lhe responder com calma, com doçura.

“As palavras agradáveis são como favos de mel, doces para a alma e revigoram a saúde” (Prov. 16:24). Você já reparou que quem vive de mal humor é mais propenso a doenças? Fora o fato de estarem sempre solitárias, pois quem quer ficar perto de uma pessoa resmungona e sempre de cara fechada? Mas aquelas que procuram ser alegres, amáveis, apesar de enfrentarem problemas também, são agradáveis; as pessoas gostam da sua companhia e são até mais saudáveis!

Um dia estava conversando com uma pessoa e no final da conversa ela me disse: – Obrigada por me tratar bem!

Puxa… Desde quando é preciso agradecer por ser bem tratada? Mas ser maltratada era comum pra ela, e um tratamento amável e cordial lhe causou espanto, quando na verdade isso deveria ser normal!

Estamos vivendo tempos difíceis, onde as pessoas se respeitam cada vez menos, se tratam asperamente, trocam farpas no trabalho, em casa, na loja, na rua etc. Certamente as pessoas que vivem dessa forma vão colher exatamente o que estão plantando, e a bola de neve vai se formando. Veja que o Senhor Jesus já nos deixou este ensinamento: “Não julgue os outros e você não será julgado, porque com o mesmo juízo que você julgar, lhe julgarão também; da mesma maneira que você medir alguém, você será medido” (Mateus 7:1) e “Tudo quanto você quer que os outros lhe façam, faça você a eles também” (Mateus 7:12). Isso é muito comum e muito prejudicial para a própria pessoa: se auto denominar juíza!

JULGANDOConheci uma jovem que se posicionava num lugar bem movimentado e com algumas amigas, ia apontando cada pessoa que passava e ia descrevendo todos os defeitos delas, fazia um julgamento completo… Ah, nada agradável! Que feio!

Em suma: se quero ser tratada com respeito, doçura e amabilidade, tenho que tratar as outras pessoas dessa maneira também. Se não quero ser julgada, nem medida; se não quero que meus defeitos sejam apontados, não posso fazer isso com as pessoas. Pois da maneira como trato, serei tratada obviamente! Por mais que estejamos passando por momentos difíceis, enfrentando problemas e as mais variadas dificuldades não podemos jogar isso sobre ninguém!

E você, como tem tratado e sido tratada? Acha que precisa rever sua forma de se relacionar com as pessoas? Deixe seu comentário!

Um beijo e até quinta que vem!

Casada há 27 anos e mãe de um rapaz de 25, já vivi em 5 países e sempre tive que usar a criatividade para criar meu filho e economizar no dia a dia. Atualmente vivo em Porto Alegre.

  • Jaqueline Liebl diz:

    Bom dia… E se vc procura tratar todos bem e ainda assim recebe mal tratamento de alguns… O q fazer??

    • Patrícia Lages diz:

      Nós só podemos controlar nossas atitudes. Se vc trata bem e a pessoa trata mal é um problema dela e não seu. Faça a sua parte e fique tranquila, não permita que o comportamento dos outros a afete. Bjs

  • Gisele Silva diz:

    Realmente,esse post falou comigo,sempre me achei muito vítima das pessoas,E comecei á me isolar,me fechar e ser um tanto quanto áspera,muitas vezes até mesmo grosseira.
    Não será fácil sair do meu mundinho,mas estou disposta á mudar e crescer como pessoa.

  • Dani diz:

    Muito bom os seus Posts. Concordo com tudo o que você disse. Recebemos aquilo que damos. Todos os dias faço um esforço para tratar bem as pessoas, ser simpática e solidária. Faz bem a nossa alma.

  • Jaqueline Liebl diz:

    Obrigada, Patrícia Lages… Às vezes é difícil não deixar nos afetar pelo comportamento alheio, mas vamos aprendendo… Temos que ter sempre em mente que o que importa é o bem que fazemos, sem esperar muito em troca…

  • Claudia Brito diz:

    o tema é interesante porque nos faz pensar: estou sendo amavel o suficiente para receber o mesmo dos outros?
    Estamos vivendo en um mundo cada día mais individualista e egocéntrico, porem, não podemos nos esquecer que é plantando que vamos colher.

  • geane diz:

    Olá já passei por esta experiência algumas vezes, trabalho em comércio sempre aparece algum cliente mal humorado e o trato com gentileza que eles saem até alegrinhos. Uma boa ação traz um bom resultado.

  • Rosângela Nascimento diz:

    🙂

  • Karen diz:

    No meu trabalho o clima, o ambiente é totalmente terrível. Depois que ficaram sabendo da minha fé então… não é só horrível é péssimo e direcionado a mim e minha amiga que trabalha comigo. Estou cansada e desmotivada o que fazer? Sair do trabalho?
    bjs

    • Patrícia Lages diz:

      Oi, Karen. Eu penso da seguinte forma: seu ambiente de trabalho é ruim, pois as pessoas não têm a luz que vc tem. A luz incomoda quem está acostumado a viver no escuro, cabe a você escolher se os deixará nesse escuro ou se está disposta a levar a eles a sua luz. É uma luta, não tenha dúvida, analise se vc tem fé para fazer a sua luz prevalecer. Bjs

  • Karen diz:

    É muito forte a guerra Pati! Com a força dos meus braços eu já não consigo mais… Vou entregar nas mãos de quem manda na luz ne?! Obrigada! Bjs bjs

    • Patrícia Lages diz:

      Sim, amiga… É difícil, dá vontade de desistir e ainda ficar com raiva de quem nos persegue! Mas devemos agir pelo espírito, assim conseguiremos vencer! Bjs

  • Danielle Almeida diz:

    Tenho sido muito mal tratada por meus familiares mas insisto em fazer o bem. Eles tem mudado o seu comportamento para comigo.

  • ELZA diz:

    Sei q posso estar errada, ms de uns tps pra cá parei d ser tão boazinha. Não maltrato ninguém, procuro sempre cumprimentar os conhecidos, as pessoas na rua, os pais dos alunos da escola da m filha, meus vizinhos. Mas percebi q uns vizinhos e pais de colegas e alunos da mesma escola e que víamos quase q tds os dias eu me esforçava p olhar e falar um oi, um bom dia um boa tarde e eles simplesmente me ignoravam, então decidi q faria o msm. Quem nota m presença e olha falo um oi, dou um sorriso, agora quem finge q não me vê faço a msm coisa. Tenho uma vizinha q um dia conversava comigo como se fôssemos velhas amigas, perguntava ate do cachorro, num dia, no outro nem falava bom dia. Aí virei o arreio e parei até d olhar p o lado dela, e sinceramente tenho até pena, ms pelo menos não fico mais com cara d ué de qd falava bbom dia ou oi e ela não respondia…

    • Patrícia Lages diz:

      Na verdade a gente não sabe pelo que essas pessoas estão passando btalvez elas não te cumprimentem porque estão com tantos problemas que nem querem correr o risco de vc perguntar um simples “tudo bem?” e elas terem de mentir, porque está tudo mal… As pessoas têm muitas oscilações de humor, então temos que dar um tempo e não nos aborrecermos com essas coisinhas. Bjs!

  • Valéria Miranda diz:

    Esse texto abriu meus olhos e principalmente meu entendimento.
    Que Deus continue lhe usando, paz!

  • Adriana diz:

    Mto bom!

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