Obras sociais, o que você tem a ver com isso?

Você colabora com alguma obra social ou acha que, na atual conjuntura – quando o dinheiro mal dá para as próprias despesas – é impossível praticar a solidariedade? Esse é o tema de hoje!

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Viver em sociedade requer de nós muito mais do que estamos acostumadas a fazer. O brasileiro é um povo solidário, mas infelizmente, a maioria das pessoas pratica uma solidariedade que não faz a diferença, pois confunde consciência social com caridade.

Dar dinheiro a uma criança na rua pode aliviar momentaneamente a sua consciência, mas certamente não ajuda ninguém – muito menos a própria criança que recebeu sua esmola.

UnknownSempre que digo isso as pessoas me perguntam: “Mas você não dá dinheiro? Como tem coragem? O que você faz quando uma criança pede com aquela carinha de quem realmente precisa?”

Minha resposta: não, eu não dou dinheiro e não tenho nenhum problema de consciência por isso. Acredito que se ninguém desse dinheiro para criança na rua, os pais (e os aproveitadores) não as usariam mais como pedintes. Posso dar comida, roupa, calçado, mas dinheiro não. Várias vezes fui surpreendida ao oferecer comida e a criança jogar fora e ainda me xingar, pois o que ela queria mesmo era dinheiro…

Só na cidade de São Paulo, temos mais de 12 mil crianças viciadas em craque vivendo nas ruas. Triste não? Com que dinheiro você acha que elas compram a droga que usam?

A forma que, na minha opinião, faz a diferença, é contribuir com iniciativas que oferecem o que a pessoa carente de fato precisa, quer seja atendimento de saúde, cestas básicas, educação, dignidade.

Screen Shot 2017-02-07 at 17.40.14Para ajudar – de verdade – eu escolhi uma instituição idônea (a ABADS) e faço uma doação mensal em dinheiro. A instituição faz aquilo que eu não posso fazer, ou seja, dar assistência, oferecer saúde, educação, profissionalização e até lazer a crianças e jovens com deficiência intelectual e autismo. Na foto a presidente Maria Rosas está com uma das fofuras atendidas pela instituição (muito amor envolvido!).

Essas famílias recebem ajuda e comprometem-se a fazer sua parte e, assim, construímos uma sociedade mais justa, onde eu ajudo com o que posso para que a instituição faça o que eu não posso.

Por isso, em vez de dar esmolas a desconhecidos na rua – que você nem sabe o que farão com aquele dinheiro – busque uma instituição idônea, invista tempo em visitar e se informar sobre ela e passe a colaborar. Dessa forma, você estará de fato ajudando a fazer a diferença e não apenas agindo para desencargo de consciência e, talvez, até colaborando para a compra de bebidas e drogas.

noticia_172Aproveitando o tema, para você que é de São Paulo, neste final de semana haverá um bazar beneficente na ABADS (antiga Sociedade Pestalozzi) – instituição que eu apoio – e você poderá comprar produtos de cama, mesa e banho da M. Martan com 50% de desconto. Parte da renda com as vendas será destinada à ABADS, que atende mais de 700 crianças há mais de 60 anos.

Anote aí:

  • ABADS
  • Dias 11 e 12 de fevereiro
  • Das 10h às 17h
  • Av. Morvan Dias de Figueiredo, 2801 – Vila Guilherme – São Paulo
  • Serão aceitos cartões de crédito e as compras poderão ser parceladas

Ofertas para você, presentes para todos! Se você gostaria de passar a contribuir com a ABADS, informe-se clicando aqui.

IMPORTANTE:

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Nos vemos!

Jornalista com atuação no Brasil, Inglaterra, Argentina e Israel. Autora do best seller Bolsa Blindada e palestrante na Universidade de Harvard.

  • Evely Solange Carai Monteiro diz:

    Eu contribuo sim nas obras de assistência aos necessitados da minha igreja: doações de móveis, utensílios domésticos, roupas, calçados, mantimentos e dinheiro.

  • Luciana Bodini diz:

    concordo com vc! que legal esse bazar, eu gostaria d ir mas vai ficar pra uma próxima vez.

  • Joselene Lima diz:

    Eu fiz um propósito com Deus que intitulei de dízimo do próximo: os primeiros 10% dos meus rendimentos devolvo na igreja e os outros 10% ajudo a quem quer que seja que precisar de mim. Independente do que façam com o dinheiro eu faço a minha parte e sei que Deus tem se agradado disso, mas respeito a sua opinião.

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