O comodismo tem sido um dos maiores inimigos para o crescimento profissional e financeiro de muitas pessoas. Confira o post de hoje e não deixe que ele afete a sua performance!

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Ter um colega de trabalho que faz corpo mole costuma gerar dois tipos de reação dos demais funcionários:

  • Os que se deixam desanimar e entram no mesmo ritmo “corpo-mole-de-ser”, já que “não vale a pena fazer mais e ganhar o mesmo”;
  • Os que se comparam a eles e se acham super competentes, apenas por fazerem um pouquinho a mais.

Embora o segundo comportamento pareça melhor, ele é, na verdade, apenas menos pior…

O que todos nós devemos entender é que o trabalho que realizamos é nosso, portanto, diz respeito a nós. A carreira é nossa, portanto, tem a ver com quem nós somos e com o que queremos ser. A forma como nos desenvolvemos dentro da empresa mostra a nossa performance, que tem a ver com o que somos capazes de fazer.

Quando alguém mede seu próprio trabalho pelo que a empresa paga, pelo que o colega ao lado faz, pelo chefe ser chato ou legal, essa pessoa estará entregando o controle da sua carreira para terceiros.

A sua carreira é sua. Você estudou para estar onde está, batalhou pelo emprego que tem (seja ele qual for) e é você quem levanta de manhã para mais um dia de labuta. Por que você entregaria tudo na mão de outras pessoas? Por que você se compararia a alguém pior (profissionalmente falando) do que você? Por que você mediria a sua vida profissional pela régua curta de outras pessoas ou de uma empresa que não reconhece o seu valor?

Faça a sua carreira! Aprenda tudo o que puder, aproveite todas as horas e minutos no trabalho para construir o seu conhecimento, a sua experiência, a sua reputação. Desafie-se a cada dia e busque ser melhor do que você mesma, a cada dia (não apenas melhor do que o seu colega de performance duvidosa).

Se todo mundo der o seu melhor, imagine o quanto todos têm a ganhar! Para encerrar, vou repetir uma frase que vira e mexe torno a publicar:

“Se cada um varrer sua calçada, a rua inteira ficará limpa!”

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Nos vemos!

Jornalista especialista em finanças, autora do best-seller Bolsa Blindada, colunista do programa Mulheres, TV Gazeta e youtuber.

  • Ola Patrícia, tenho acompanhado os teus posts apartir de Moçambique.

    Confesso que tenho aprendido muito e praticado.
    “Nao seja melhor entre os piores”. As vezes caímos nesse erro de nos comparamos com os outros. Valeu o conselho. Entendi que e minha responsabilidade construir a minha carreira profissional, o meu adversário sou eu mesma e nao os outros

  • Olá Paty, recebi este poste como algo libertador para mim. Lembrei me de quantas vezes agi dessa forma entregando minha carreira aos outros. Confesso, pura burrice e ignorância minha. Agora mesmo, tomo posse dela para arrebentar.

    Obrigada Paty, Deus te abençoe sempre..!

    Sónia, Moçambique

  • Tem o terceiro caso que é a pessoa que faz tudo certinho e é explorada pelos que não fazem porque o chefe também não tem a postura de direcionar o preguiçoso.

  • Excelente texto, às vezes sinto que os jovens da minha geração são mais preguiçosos e acomodados que seus antepassados. É desestimulante trabalhar em um ambiente onde os seus colegas fazem o mínimo possível e te fazem crer que você pode fazer o mesmo. Como dito, é o nosso trabalho, temos que fazê-lo da melhor maneira possível.

  • o corpo moele e o comodismo com certeza é um dos principais problemas para aqueles que almeijam ter uma vida próspera profissional, tem pessoas que reclamam de tudo na vida colocam defeitos em tudo em quanto outros trazem a solução, por isso que existe aquele ditado em quanto uns choram outros vendem a vela.

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