Muitas vezes nos vemos na dúvida se estamos em um momento de agir ou de esperar. O que fazer nesses casos? Confira o post de hoje!

Espera ou ação?

Quem nunca se viu nessa sinuca?

Se você está diante de um problema, oportunidade ou em busca de uma conquista e, cedo ou tarde, virá a pergunta:

Esperar ou agir?

Muitas vezes esperar é muito mais difícil que agir, mas há muitos casos em que ela se faz necessária. Mas quando?

Costumo usar uma estratégia que, graças a Deus, tem funcionado.

Quando estou diante de algo novo, traço uma estratégia de ação o mais rápido possível.

A ideia é não deixar as coisas esfriarem e passarem sem que eu as aproveite.

Não podemos perder oportunidades e nem deixar os problemas cresceres.

Nesse momento, a hora é de ação.

Faço tudo o que está ao meu alcance, busco aconselhamento, ideias e inspirações e não fico de braços cruzados.

Mas quando chego ao momento em que não depende mais de mim, em que não dá mais para fazer algo, espero.

A espera positiva

Essa espera é positiva, pois trata-se daqueles momentos em que praticamos a confiança na nossa fé e a confiança em nós mesmas.

Essa espera é aquela que traz perseverança e a perseverança traz experiências.

Dessa forma, quanto mais experiências tivermos, mais saberemos se é hora de agir ou esperar.

A vida é assim: nós buscamos acertar sempre, mas muitas vezes, são os erros que nos ensinam.

Se você esperou no momento de agir, aprendeu que usou e estratégia errada.

E se agiu na hora que devia esperar, vai saber ter mais paciência no futuro.

Tudo o que nos faz crescer é ótimo, então, vamos em frente!

Seja na espera ou na ação. 🙂

Nos vemos!

 

Jornalista especialista em finanças, autora do best-seller Bolsa Blindada, colunista do programa Mulheres, TV Gazeta e youtuber.

  • Gostei muito do post! Parabéns Patrícia! Eu estou nessa situação de espera, estou procurando trabalho, já enviei meus currículos para vários lugares e já faz mais de um mês que estou aqui na cidade. Tenho 22 anos, morava na fazenda, lá ganhava pouco mais de meio salário mínimo e não tinha como fazer um curso superior, não aguentava mais ficar lá, queria fazer algo para mim, me perguntava e perguntava para a minha mãe se tinha feito a coisa certa, ela me disse que sim, pois vim fazer para mim algo que ninguém poderia fazer, era para eu ter vindo uns três anos atrás, mas não quis, naquela época era de vacas gordas, hoje estamos na época das vacas magras, mas sei de uma coisa, agora estou aqui e não quero voltar para a fazenda, sinto saudades de minha mãe, dos bichos, da vida calma que é a fazenda, mas não quero voltar para lá, porque não tenho futuro nenhum lá, internet é muito cara lá, até o telefone só pega em antena.

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