Desafio 2018 – Dia 12 – Abra a mente para coisas novas

Às vezes nos apegamos a coisas que não deveríamos e, com isso, perdemos nosso precioso tempo e energia. Como identificar a hora de seguir em frente? Confira algumas dicas no post de hoje!

buraco

Você idealiza um futuro e começa a trabalhar por ele. As ideias parecem promissoras e você investe seu tempo e suas energias para fazê-las se tornarem realidade. Porém, aquilo não está te deixando em paz, você se sente incomodada por ver que as coisas não estão dando tão certo como o esperado e aquilo acaba se tornando um peso para você, então, é hora de repensar!

A primeira coisa que sentimos quando estamos no caminho certo é paz. Se você começa a perder a paz é sinal de que algo não vai bem. Não me refiro àquele estresse comum do trabalho, nem àquela cobrança do “eu tenho que fazer isso e aquilo” que nos deixa mais agitadas, mas sim, à perda da paz mesmo, que pode ser percebida quando você fica chateada, perde o sono, não se alimenta direito e até sente-se mal.

E a pergunta é: será que vale a pena viver assim por causa de um projeto? Se a coisa está assim agora que as ideias ainda estão sendo implementadas, imagine depois? O que você precisa considerar é que existe uma preocupação sadia em relação aos nossos projetos, uma certa ansiedade em vê-los se realizarem e aquela expectativa boa. Mas quando isso sai dessa esfera positiva é preciso repensar e ver se vale realmente a pena continuar.

Muitas pessoas começam uma faculdade sem saber muito bem o que esperar da vida e, mesmo depois de um ano (ou mais) de estudos e de ter concluído de que aquele curso não é para elas, continuam matriculadas pelo simples fato de que “já começaram”. Mas seria isso o suficiente para mais anos de estudo em uma área que você não se identificou?

Há um ditado turco que diz: “Não importa o quanto você foi longe no caminho errado. Volte para trás!”

Tem horas que você precisa se ouvir e se respeitar. Se você está fazendo algo só para agradar alguém, preciso dizer que não vale a pena? E se você mesma escolheu o caminho errado, mas tem vergonha de mudar só porque já começou, preciso dizer que essa vergonha não vai lhe devolver todo tempo perdido?

Por isso, o desafio de hoje é abrir a mente para coisas novas. Avalie o que precisa ser deixado de lado, alterado, aperfeiçoado ou adaptado e não tenha medo da mudança!

Amanhã teremos vídeo sobre como economizar nas compras de supermercado, não perca! 😀

Nos vemos!

Jornalista especialista em finanças, autora do best-seller Bolsa Blindada, colunista do programa Mulheres, TV Gazeta e youtuber.

Categoria: Desafio
  • ROSANIA diz:

    Bom dia, verdade concordo as suas palavras …

  • Lêda Ramos diz:

    Olá, Patricia!

    Conheci seu trabalho recentemente, estou adorando, principalmente porque seus conselhos não são absurdos, mas nos ensina a frear os impulsos, a ter os pés no chão.
    Eu sempre trabalhei muito e tenho renda extra, mas pensava da maneira errada. Assim: vou ter 2 empregos (e tenho), mas para ter uma vida de fartura, comprar o que bem entender, e pios sem planos e projetos para o futuro, consigo poupar, mas pouquinho, porque gastava tudo comigo. Falo gastava, porque tenho seguido os seus conselhos e o primeiro foi fazer a planilha das 52 semanas, e já não estou comprando por impulso, estou guardando na caixa do Projeto 52 semanas, em julho vou abrir e depositar esse valor.
    Obrigada por compartilhar conosco os seus ensinamentos.

    • Patrícia Lages diz:

      Que legal, Leda!! Arrasou! 😀

  • Sueli Holanda diz:

    É exatamente o momento em que estou vivendo atualmente. Tendo que decidir em mudanças, voltar atrás, recomeçar, o que vale a pena e etc.

  • S. Cristina diz:

    Nossa.. essas palavras vieram d encontro a mim de maneira especial hoje. A verdade é que parece que vc descreveu a minha vida. Me formei em uma área que não era para mim, simplesmente pq comecei e não me sentia segura para abandonar pois precisava ter uma profissão e sair de casa e me sustentar, devido à problemas em familiares. Com isso, hoje trabalho na minha área de formação, sem gostar.
    É como se a “onda” tivesse me levado para essa lado. Não posso ser ingrata. Não é um emprego ruim, e faço minhas obrigações com qualidade de responsabilidade.
    Mas, este trabalho toma todo meu tempo por ser longe (outra cidade), horário integral e ainda preciso fazer de constantes reciclagens, o que tem impedido de me especializar em algo que eu realmente goste, para então mudar. Me sinto em um loop.
    Planos e desejos de embarcar em outro projeto/área povoam a minha mente dia e noite. Com isso, vou trabalhar insatisfeita todos os dias. Não tem sido fácil. Poderia tentar outra área na própria empresa, mas não existe essa flexibilidade e ouço que, afinal de contas, me formei naquilo. Estou nesse dilema de me programar para conseguir mudar o rumo, mas tenho encontrado dificuldade de tomar uma decisão devido sempre à questões financeiras. Não é para qualquer um trocar o “certo pelo duvidoso”.
    Mas uma hora eu conseguirei.

  • Julia diz:

    Suas palavras hoje parece que foram enviadas do céu para mim. Estou formada há um ano e agora, só agora, estou tendo dúvidas se isso é realmente o que quero para mim.
    A grande questão é que não sei se o problema é a profissão, o lugar que trabalho ou ainda só uma insegurança de quem está começando a vida profissional e ainda não tem um plano de vida traçado.
    Gostaria de saber o que fazer, mas sei que a conclusão tem que partir de dentro de mim, ning pode decidir meu futuro (graças a Deus).
    Preciso muito refletir sobre o que gosto ou não de fazer e ter coragem de assumir o que é melhor para mim, a partir dai traçar um novo plano de vida. Mas, no momento, só tenho dúvidas.

    Este é só um desabafo que tem relação com o tema de hoje, pois me incomoda muito não saber o que quero da vida (pois todo mundo ao redor parece que sabe muito bem o quer) e ainda, cada dia que passa sinto que estou avançando mais pelo caminho errado.

    • Patrícia Lages diz:

      Todo mundo ao redor PARECE que sabe, mas quase ninguém sabe. Suas dúvidas são normais e não ocorrerão apenas neste momento da sua vida. Então, é hora de pensar, analisar, refletir bastante e ir em frente! Bjs

    • S. Cristina diz:

      Julia, lendo suas palavras, me identifiquei demais.. leia meu comentário rss.. Mas se posso te dar um conselho, é este: não perca tempo se isso não te faz feliz. Se você tiver apoio para dar essa guinada, dê.
      Não que seja impossível fazer isso sem apoio, mas pq reduz ao menos um pouco da insegurança.
      Vai virando um loop (como eu disse sobre mim). Eu trabalho na minha área de formação e, responsável que sou, vivo tentando aprender coisas novas necessárias ao exercício da função, pois sou bastante cobrada. Com isso, não encontro tempo para me especializar em algo diferente.

      • Julia diz:

        S. Cristina, já tinha lido seu comentário e realmente nossas situações são parecidas.
        O que falta para mim é decidir o que fazer a partir de então, se devo sair e exercer minha profissão de forma autônoma deixando de trabalhar para outras pessoas que só me absorvem e não me valorizam (sou advogada) oou se mudo realmente de área e sigo buscando outros caminhos. Mas para tudo isso preciso ter um dinheiro guardado para investir nisso.
        Vida que segue,ne ? Enquanto eu me decido vou economizando para financiar minha futura decisão.
        A questão é que não saber que rumo seguir me incomoda demais.

  • Elis Cristina diz:

    Olá Patrícia !! Bom Faz pouco tempo que tenho seguido seus posts e que tem me ajudado bastante!! Des de que comprei o primeiro Livro comecei até “discipular”blindetes rs emprestando o livro para as minhas amigas e elas amaram!!! agora estou no segundo Livro colocando as liçoes em Prática =) Deus abençoe sempre Páti bjss

    • Patrícia Lages diz:

      Muito bem!!!! 😀

  • Marli Rosa Xavier diz:

    Boa tarde, estou adorando os desafios 2018, sou autônoma, tive que me reinventar alguns anos atrás, hj sou uma teacher e enfrento desafios, mas 2018 vai ser o ano! Estou aprendendo a cuidar do meeu $$$, muito grata pela injeção de ânimo..beijos

  • Vera diz:

    Boa noite Paty. A leitura me fez refletir sobre minha situação. Sou casada a 23 anos e moramos nos fundos da casa da minha sogra, ou seja no mesmo terreno. Temos dois filhos. Meu esposo é filho único. Quando nos casamos não imaginei que ele iria querer ficar para sempre aqui.Construímos aqui nossa casa, mas nunca foi minha vontade ficar aqui.Todos início de ano faço planos de investir em outra moradia, mas meu esposo e minha sogra não concordam com a ideia de sairmos daqui. Com o salário que tenho atualmente seria possível fazermos um financiamento para casa. Mas não posso comprar sozinha sem que ele concorde, assine. Sei que seria o ideal, mas penso também que eu estaria puxando uma “briga” que tiraria a minha paz. Então fico nessa indecisão sem saber que atitude tomar.

    • Patrícia Lages diz:

      É uma situação complicada, Vera. Se há 23 anos vc fala a mesma coisa e ainda não convenceu, realmente não creio que seja por falta de falar… Aconselho que vc leia o livro Casamento Blindado, pois, apesar de não falar exatamente sobre esse assunto, vai te dar ideias de como agira diante dos impasses da vida de casada. É muito bom! Bjs

  • Paula Nunes diz:

    Muitas veses precisamos sim voltar atras para fazermos o correto, e vamos seguir em frente pois com estas dicas comecei muito bem meu 2018!!!

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