21 dias para crescer – Dica 4 – Prudência

Para que o número de pessoas endividadas e inadimplentes no Brasil chegasse aos patamares atuais, a imprudência teve que entrar em ação diversas vezes. Como ser prudente diante desse quadro?

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Que muitas pessoas estão com seus nomes negativados (sujos) não é novidade para ninguém. Mas você sabia que boa parte dos inadimplentes estão nessa situação por terem emprestado seu nome para terceiros?

Confira alguns dados de uma pesquisa divulgada em abril deste ano pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas sobre o assunto:

  • De cada 10 pessoas com nome negativado, 2 estão nessa situação por terem emprestado seu nome para alguém;
  • 31% emprestaram o nome para amigos e 22% para irmãos;
  • Apenas 3 de cada 100 pessoas que pedem o nome de outros emprestado honra a dívida integralmente. As outras 97 pagam apenas parte da dívida ou não pagam nada;
  • 32% das pessoas que emprestam o nome não sabem o valor da dívida que a outra pessoa fez;
  • Em 18% dos casos a pessoa ajudada fez uma dívida maior do que o combinado;
  • Em 19% dos casos a pessoa ajudada desaparece e não tem como ser cobrada;
  • Em 33% dos casos a pessoa ajudada justifica que não tem dinheiro para pagar;
  • Em 69% dos casos a relação de amizade ou familiar fica abalada depois do problema.

Mesmo diante de tantos transtornos, prejuízos e perda de amizades, pasme, mas 24% das pessoas voltam a emprestar seu nome para outras pessoas, correndo novamente todos os riscos.

Detalhe: segundo o SPC, a pessoa com o nome negativado não pode financiar veículo ou imóvel, fazer empréstimos, adquirir cartão de crédito, contratar serviços como plano de TV por assinatura ou celular pós-pago, entre outros problemas.

E tem mais: não há garantias legais para quem empresta o nome. Para a Justiça, a dívida é de quem emprestou e não de quem realizou a compra.

O que falta nesses casos? Prudência! A maioria das pessoas que empresta seu nome o faz por amizade, por não saber dizer não e até com a intenção de ajudar alguém, mas isso é um erro. Veja o que diz este Provérbio:

“Decerto sofrerá severamente aquele que fica por fiador do estranho, mas o que evita a fiança estará seguro.” – Pv. 11:15

Mas os imprudentes podem alegar que não emprestaram seu nome para um “estranho”, como citado na passagem. Então, aqui vai mais uma:

“Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro, se deste a tua mão ao estranho, e te deixaste enredar pelas próprias palavras; E te prendeste nas palavras da tua boca; Faz pois isto agora, filho meu, e livra- te, já que caíste nas mãos do teu companheirovai, humilha-te, e importuna o teu companheiro.  Não dês sono aos teus olhos, nem deixes adormecer as tuas pálpebras. Livra-te como a gazela da mão do caçador, e como a ave da mão do passarinheiro“. – Pv. 6:1 a 5

Se você quer realmente ajudar o seu amigo ou parente, empreste dinheiro – se você tiver –, mas não empreste o seu nome. Dinheiro se empresta, nome não.

Se o seu amigo não pagar por um dinheiro emprestado, você ficará sem o valor e a coisa para por aí. Mas se você emprestar seu nome, poderá ficar com uma dívida e não ter condições de quitar. Além disso, perderá seu nome até se livrar do problema e poderá prejudicar não só a si mesma, mas também a sua família.

Seja prudente, saiba dizer não de forma que a pessoa entenda que você não pode fazer uma coisa desse tipo. E se a pessoa não entender e desfizer a amizade, eu lhe pergunto: que tipo de amigo é esse que só está ao seu lado quando lhe convém? “Amizade” assim é melhor perder do que achar!

 

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Nos vemos!

Jornalista com atuação no Brasil, Inglaterra, Argentina e Israel. Autora do best seller Bolsa Blindada e palestrante na Universidade de Harvard.

  • BIANCA MOURA diz:

    Atualmente até os parentes são assim. Vamos na fé em Deus.

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