A ideologia de gênero “travestida” de diversidade, mesmo sem ser lei, já está sendo amplamente trabalhada nas escolas sem o consentimento dos pais. Veja o que está acontecendo.

Quais são os perigos da ideologia de gênero?

Antes de mais nada, gostaria de registrar que, apesar de não ter filhos, ando preocupada com os rumos que a “educação” nesse país estão tomando.

Tenho muitos colegas gays, trans e com diversas orientações sexuais e convivo muito bem com todos.

Porém, há um detalhe: eles e elas são adultos!

Um adulto pode decidir o que fazer com seu corpo, mas crianças não.

O que as escolas vêm fazendo é incutir na cabeça de crianças de 5, 6, 7 aninhos de idade, que elas podem ser o que quiser, pois não são nem meninos, nem meninas.

Ora, negar a biologia é, no mínimo, ir contra a ciência e eu não creio que esse seja o papel da escola.

Além, do mais, são os pais que devem educar seus filhos e decidir, conforme critérios da própria família, como e quando é hora de falar de sexualidade.

A escola mal dá conta das demandas existentes dos parâmetros curriculares e ainda quer assumir mais isso?

Por quê?

Com que intenção?

Estamos tão bem assim em português, matemática, história e geografia que já podemos incluir mais disciplinas?

Não é o que dizem as pesquisas do próprio governo…

Quem faz as leis

Muito se está discutindo o que os candidatos a presidente acham disso ou daquilo.

Porém, a maioria se esquece (ou não sabe) que não é o presidente, nem os governadores que criam as leis.

Essa tarefa cabe dos deputados e senadores, aqueles que quase ninguém está nem aí e não se preocupa em quem vai votar.

Abra os olhos, pois há muitos perigos na difusão da ideologia de gênero, que, como o próprio nome diz, é uma ideia e não uma ciência.

Para saber um pouco mais desses perigos, confira o link abaixo com a minha coluna do R7.

Para ler, clique aqui.

Seja consciente no dia 7 de Outubro, pois as nossas crianças estão em perigo.

Nos vemos!

Jornalista, especialista em finanças e autora de 5 best-selleres. Colunista do portal R7 e apresentadora do JR Dinheiro, no Jornal da Record.

  • Patricia,

    Sigo seu blog a bastante tempo, e sempre me ajudou com vários assuntos sobre a minhas finanças,

    Uma pena ler suas ultimas publicações, você tem um alto poder de comunicação, sair do assunto das economias pessoais, para desinformar sobre temas tao importantes, realmente é um descaso, o que você esta informando aqui sobre a ideologia de gênero é uma grande DESinformaçao, o pais esta em um momento muito delicado, uma lastima ler tudo isso, prefiro seguir consultando outros profissionais sobre economias pessoais, mas com um critério muito mais objetivo.

    • Olá, Cláudia. Fico feliz que tenha te ajudado com as finanças. Você é uma entre milhares por todo país e fico realmente feliz com isso.
      Se você concorda com a ideologia de gênero é um direito seu, mas me criticar por escrever sobre os assuntos que eu julgo serem importantes no meu próprio blog e chamar isso de “descaso” chega a ser ofensivo. Escrevo gratuitamente neste espaço que é mantido com recursos próprios há mais de 6 anos (vc mesma nunca pagou nada e foi ajudada, não é mesmo?). Então, tratar o meu trabalho como descaso é muita falta de consideração. Mais respeito, por favor.

  • Pat, obrigada por tocar num tema tão importante e atual. Informar as pessoas a respeito do que está sendo feito sem nosso consentimento é um grande serviço prestado e muito obrigada por isso! Como cidadã e tia de 4 meninos quero muito que minhas crianças tenham acesso à melhor educação e recursos, mas não confusão desnecessária em suas cabecinhas a respeito de quem são. Como você bem disse, um adulto tem plena consciência de sua opção sexual, mas uma criança não! E não aceito que este tipo de assunto seja tratado nas escolas de maneira arbitrária, criando ainda mais confusão na cabecinha deles.
    Infelizmente num país que elege animais e palhaços para cargos legislativos, é de se esperar que as pessoas não se importem com quem vai legislar, mas temos que por um fim nisto! Está em nossas mãos mudar o rumo do nosso país para que deixe de ser chacota internacional por conta de tanta roubalheira e passe a ser reconhecido como um exemplo de nação que se importa com a família e respeita seus cidadãos.

    • Obrigada por contribuir, Lu! Temos que nos tornar um país mais maduro politicamente. Bjs

  • Ainda bem que não tenho filhos!
    É assustadora a realidade das crianças!
    Infelizmente não fui criada/orientada conforme a Palavra de Deus ensina, mas os meus pais deram o máximo de si para mim e para o meu irmão. Lamento os muitos conselhos não aprendidos. Hoje, adulta, pago diariamente pelas más escolhas. O que faço é incentivas as meninas a não agirem pelas suas próprias cabeças porque elas também sentirão na pele o peso de cada passo errado.
    Beijos, querida!

  • Olá Patrícia Lages, antes de tudo quero dizer que tenho uma filha de 6 anos, o que me fez sair na rua nesse sábado divulgar meus candidatos que são ficha limpa e são contra a ideologia de gênero, pois olhar para ela, uma linda princesa, educada, meiga e doce menina, e imaginar sua cabecinha sendo confundida por outras pessoas antes de poder decidir sua vida, chega doer dentro de mim a ponto de me entristecer por te-la trazido a este mundo egoista, que não quer respeitar a família. Não apoio a ideologia de gênero, sou totalmente contra pois sempre fui livre pra escolher com a verdade sendo vivida e dita, mas isso seria mentir a uma criança, isso seria enganar a uma criança, isso seria ofender uma mãe, um pai, um médico… Pois todos querem saber o sexo do bebê para esperá-lo com amor e com tudo que ele ou ela irá precisar! Isso não seria justo!

    Josiani RS

    • Entendo perfeitamente a sua aflição, pois eu sinto isso até pelos filhos dos outros. É triste essa situação, mas vamos nos unir para, pelo menos, manter o direito dos pais poderem educar seus próprios filhos. Bjs

  • Carissima Patrícia, sinceramente não sigo seu blog, vim apenas por essa matéria, como mãe de duas lindas meninas tenho lido muito sobre o assunto, (o que muitos pais deveriam fazer na minha opinião), existe muita discussão por parte de pessoas leigas, a questão é: o mundo está mudando, mulheres trabalham, os homens tem que fazer sua parte dentro de casa e existem pessoas diferentes que tem o direito de viver como são. Ideologia de gênero deve ser regulamentada, ter diretrizes, apostila para os pais acompanharem e discutirem com seus filhos o que não concordam, não adianta trancamos nossos filhos dentro de uma bolha e abri-la quando completarem 18 anos! Empatia, Respeito e Senso crítico. Abraços

    • Lembrando que, segundo a ideologia de gênero, você não tem duas lindas meninas, vc tem duas CRIANÇAS que podem escolher serem o que quiserem. Os professores estão sendo aconselhados a não chamá-las mais de meninAs para não influenciarem suas escolhas. Logo mais os pais tb serão aconselhados a “deixar seus filhos livres e não colocarem sobre eles a imposição de gênero”, como é o movimento americano dos “Theybies”, que já escrevi sobre isso anteriormente. Segundo esse movimento com base na ideologia de gênero, meninas não devem ser chamadas de lindas, princesas e nenhum adjetivo feminino (principalmente aos que se refiram à beleza feminina), bem como os meninos não devem ser chamados de campeões, valentes ou qualquer adjetivo considerado masculino (principalmente os que se refiram à força).
      Não creio que ideologia de gênero seja assunto para a escola. Isso tem a ver com a educação que cabe aos pais, que devem ser livres para preparar seus filhos para o mundo e tirá-los da bolha quando acharem que devem. Isso é respeito ao desejo de cada família e o Estado não deve intervir.
      Cabe ao Estado nos dar segurança (que não temos), saúde (que temos, mas é bem precária), escola (que estão caindo aos pedaços e com profissionais absurdamente mal pagos), transporte (que até temos, mas é insuficiente).
      Isso cabe ao Estado, que não tem dado conta nem do básico. É a um Estado desse que vamos dar poder sobre as crianças? Um Estado que faz tudo de pior para o cidadão? Por que o Estado cuidaria bem desse assunto se não cumpre nem o básico? Menos Estado, mais liberdade ao cidadão.

  • Oi Paty! Tudo bem? Recentemente, eu li o post de um pai revoltado em um grupo de desapego no Facebook, falando exatamente sobre este assunto. Achei que era pontual. Mas, depois de ler o teu post, vi que não é. Apesar do teu blog ser focado em finanças, não quer dizer que, tendo tantos seguidores, você não poderia (ou não deveria) alertar sobre algo tão sério. Para mim, o que ficou claro é: você, em nenhum momento, disse ser contra as opções sexuais que os adultos escolhem. Apenas, pelo fato de escolas estarem assumindo uma parte da educação de responsabilidade dos pais! É íntimo demais para se tratar dessa forma! Criança tem que apenas ser criança! Brincar, desenvolver habilidades (até mesmo de socialização), mas parou aí! Acho que determinados “conhecimentos” devem ser repassados apenas quando a própria criança tem interesse em saber. Fazer diferente é colocar o carro na frente dos bois! Muito complicado viver neste mundo….

    • Eu penso o mesmo: o conhecimento deve ser dado no tempo da criança, quando surge o interesse em aprender. E a escola deve respeitar a família dos alunos. Creio que se fizerem uma votação pública, a maioria diria que isso não é assunto para a escola, uma vez que ela já está sobrecarregada com coisas que nem sequer dá conta. Beijos!

  • Oi Pat, este assunto deve sim ser abordado. Pois a grande maioria da população nem sequer sabe o que é ideologia de gênero e muito menos que seus filhos estão tendo este tipo de ensino dentro das escolas.
    Vivemos num país democrático, e cada um tem o direito de pensar como quiser. A escola tem por obrigação ensinar as crianças conceitos científicos, históricos. Ideias , princípios e valores devem ser ensinado em casa. O grande problema nos dias de hoje, é que os pais dão para a escola toda a responsabilidade de formar um cidadão.
    Ressaltando que até o básico as escolas têm dificuldade de ensinar, e isto é um fato, com base nos últimos levantamentos, que compravam que a maioria dos adolescentes não dominam matérias básicas como português e matemática.
    Não precisa ser muito inteligente, só usar um pouco do raciocínio, que exigir de uma criança de 4/ 5 anos de idade saiba qual sexualidade escolher, causará um grande impacto emocional e comportamental a curtíssimo prazo.
    Interessante que é algo tão sem noção, que eles acreditam que uma criança tem o poder de escolher algo tão confuso, mas um adolescente de 16 anos não pode ser considerado um criminoso se matar ou roubar porque não sabem o que fazem. Estranho isso né. Isso fere a inteligência e o poder de raciocínio de qualquer um.
    A única forma de mudarmos essa situação, é usar o único poder que ainda temos neste país, de escolher os futuros governantes. Escolher pessoas que acreditam no que vc acredita, que estejam preocupados , não em defender uma ideia, mas trabalhar pelo bem comum do povo.
    Ahh, e uma sugestão, se querem acrescentar matérias novas nas escolas, porque não a CIDADANIA, o respeito ao próximo, respeito à nação, respeito as raças, respeito as crenças. Surtiria efeitos mais positivos.

  • Bom dia Patricia. Eu tinha me esquecido do perigo que é eleger sem critério um deputados federal!! E muitos desses deputados que tem aprovado leis que permitem as escolas ensinarem o que não compete a elas! Parece cena de filme mas eu percebo que há um plano sinistro e amplo para enlouquecer a mente das pessoas! E nada melhor que começar a enfraquecer uma mente jovem e frágil. :'(

  • Um menino nasce menino e só terá maturidade para fazer “escolhas sexuais” após a maioridade. Criança escolhe brincar, aprender, andar de pés descalços, comer guloseimas. Crianças escolhem o que é inerente à infância e não o que é inerente à fase adulta.
    Parabenizo você, Patrícia que tem a coragem de opinar sobre diversos assuntos e não somente sobre finanças. Afinal, vivemos em uma democracia, na qual a liberdade de expressão (com respeito) deve ser vivenciada pelos cidadãos e pelas cidadãs.
    Mas não é somente nesta questão que algumas escolas estão pecando. Atualmente já existe outra mazela: a do “laudo comportamental falso”. Ocorre quando o corpo docente começa a pressionar a família para trazerem laudos comportamentais atestando algum “problema” com a criança. Concomitantemente, a criança passa a ter ojeriza da escola, pois começa a sentir-se inadequada e rechaçada. Se a família, assessorada por outros profissionais capacitados, tem dificuldade em detectar “problemas” na criança, o corpo docente, empenhado na obtenção do “parecer comportamental”, ameaça acionar as autoridades de controle, sugerindo ou afirmando que a família seria “negligente”. Isso tem ocorrido de Norte a Sul do Brasil e em escolas públicas ou privadas. A principal motivação por esse empenho na obtenção de “pareceres” é a percepção de recursos dos fundos federais, que liberam dinheiro para as escolas. Quanto mais crianças portadoras de “necessidades especiais” maiores serão os recursos pecuniários enviados para a escola. O Rio de Janeiro, por exemplo, registrou aumento expressivo de crianças consideradas desatentas ou hiperativas. Porém, há um limite de número de crianças portadoras de necessidades especiais por turma. Dessa forma, nem todas as famílias perceberão esse problema, restrito a apenas uma parcela da população escolar.

    • Oi, Ana Carla! Agradeço imensamente por essa informação. Vou fazer uma apuração para trazermos o assunto ao blog. Beijos!

  • Excelente assunto a ser abordado e gosto quando você também fala sobre algo que não seja finanças, pois além de nós manter atualizadas (falo isso porque sinceramente, fica difícil acreditar no que circula pela mídia atualmente, visto que acho que muitos têm o intuito de manipular e desinformar, embora muitos estejam levantando a bandeira de combate às “fake news”).
    Tenho um filho de 11 anos e me preocupo sim com o que é ensinado na escola dele. Como conversamos bastante em casa, já que tenho de alertá-lo sobre os perigos do mundo, alguns assuntos já estão esclarecidos, mas ensino ele a respeitar as escolhas dos colegas acima de tudo. Sim, eu quero que a escola passe conhecimento para o meu filho e gostaria que aqueles temas que você colocou hoje no Instagram fossem abordados, pois são extremamente necessários a vida adulta, mas o resto eu não delego e não concordo que venham incutir esse tipo de ideologia na cabeça do meu filho. Até mesmo porque se vai pra outro extremo.
    Parabéns pelo seu trabalho e que, como o pessoal que defende tanto a ideologia de gênero como qualquer outro assunto polêmico tem o direito de defender sua opinião, que você também a tenha, visto que em momento nenhum você faltou ao respeito por quem quer que seja.

  • Patrícia Lages ainda bem que não vive só de finanças. Concordo contigo em gênero e grau. Qual a intenção em ensinar para uma criança que ela pode se relacionar com tudo e com todos (cadeiras, árvores, bicicleta,s animais entre outras). Algo está errado. Não podemos aceitar isso.

  • Olá Paty,
    Gostei sim do seu post, diferente de outros leitores que dizem ser um “descaso” falar sobre isso, política tem haver com economia e costumes também. Sua abordagem foi imparcial, afinal pagamos escola para ter uma educação que o governo com nossos impostos não é capaz de dar. E agora querem ser meter com gênero? Porque não incluem como matéria economia doméstica?!!
    E o alerta em escolher deputados é importante sim, são eles que fazem as leis e aprovam inclusive para onde vai o nosso dinheiro dos impostos. Fechar os olhos para este assunto é descaso com o bolso…
    Bjos

    • Sim, temos que estar com os olhos bem abertos para os reais descasos que temos de enfrentar! Beijos

  • OI patrícia boa tarde. Amei seu post, realmente é um assunto que interessa a todos nós, ainda não tenho filho, mas acho essa ideologia de gênero uma das coisas mais absurdas que inventaram, é realmente assustador saber que chegamos a esse ponto. Sabemos que uma criança não tem autonomia para escolher se quer ser menino ou menina. Sou totalmente contra a essa ideia que não faz nenhum sentido, existe coisas bem mais importantes para serem feitas no nosso país. outra coisa Paty, não deixe de fazer suas postagens porque um ou outro não está de acordo afinal, não podemos agradar a todos, mas seu canal é muiiiiito enriquecedor para mim, tenho aprendido muito com você, tanto assuntos ligados a finanças pessoais quantos ligados a outras áreas.
    Sou fan do seu canal e quando não leio suas publicações é porque estou muito ocupada pois, estudo bastante para concurso público, trabalho, cuido da casa, enfim, são tantos afazeres que meu tempo é bem corrido, mas não deixe de postar diversos assunto, pois necessitamos aprender de tudo um pouco e não apenas sobre finanças…queria muito te conhecer pessoalmente, tenho me espelhado em você mesmo sem te te conhecer, falo sobre você para algumas pessoas como se eu já te conhecesse hahaha

    • Oi, Fabiana! Pode ficar tranquila que eu tiro as críticas de letra. Nada disso vai nos fazer parar, ao contrário, intensificamos os esforços! Beijos e obrigada 🙂

  • É de fato um absurdo. Sou mãe de duas meninas e cuido das minhas filhas como devem ser, elas são o que são. Não se pode dizer para um limão que ele é laranja, por que são esferas, e nem dizer a laranja que ela é um limão… somos o que somos e pronto… por que fazem tanta confusão. Se gostam de coisas diferentes vão fundo.. ninguém tem que descer sushi goela abaixo se não quer, comam quem gostam.

  • Patricia, este é um assunto que merece muita atenção, e falando no fato de que nós que escolhemos os deputados e senadores que criam e aprovam as leis, gostaria que se possível fosse feito um post falando sobre isso. Digo falar da importância que tem nosso voto, que ele vai determinar o futuro do nosso país nos próximos 4 anos, quais seriam as formas seguras e fontes confiáveis que poderíamos buscar informações sobre os candidatos.

  • Avante Paty, prossiga com todos as áreas possíveis de assuntos que nos ajudam, acrescentam, abrem a nossa mente e visão.
    Pois, com todos eles aprendo, compreendo de forma bastante prática, objetiva e clara.
    Não tenho filhos mas, tenho sobrinhos que os trato como filho e igualmente me coloco na pele dos país é realmente uma grande confusão na cabecinha dos pequenos. Descaso e desinformação é incutir essa ideologia na mente de pessoas que não tem estrutura emocional e espiritual para concebe-la se, já é uma grande confusão para os adultos imagina para as criança.

    Temos de combater de todas as formas. Eís a oportunidades de dizer NAO a essa ideologia nas eleições que se avizinha.

  • Parabéns Patrúcia Lages! Eu também acho que a escola tem que se preocupar em ensinar português, matemática, geografia, história etc. Querer se intrometer na educação dos filhos é um absurdo. Querer incutir na cabeça da criança que ela é menina mas pode ser menino e vice versa, é um absurdo! Concordo com você, eu sempre tentei escolher bem os senadores e deputados, tanto federais quanto estaduais, por serem eles os criadores das leis. Tem deputado federal que parece ser o representante do diabo na Câmara. Em nenhum momento você foi ofensiva, parabéns.

  • Tudo bem Patrícia? Acho que você não está muito informada sobre ideologia de gênero como você é na área da economia, talvez por não ter filhos…
    Resumindo a ideologia de gênero não serve para dizer que meninas não são meninas e que meninos não são meninos, mas sim para reforçar que eles são CRIANÇAS, nessa fase não há sexualidade, na imaginação deles podem ser o que quiser. Caso uma menina queira ser um super herói, porque não pode??? Ou um menino brincar com princesas, bonecas???? Devem aprender que todos tem responsabilidades iguais perante a sociedade desde a infância, e isso é passado nas brincadeiras.
    Quando chegam na adolescência, vão começar a ter interesse pelo sexo oposto ou pelo mesmo, e então vão receber toda orientação sexual e decidirem qual é a sua opção sexual, porque na infância não tem como né???!!!! Essa é a ideologia de gênero séria, leia nos livros sérios. Tenho uma filha, sou casada e criamos nossa filha dessa forma. Não se esqueça que graças a essas mudanças na sociedade e lutas por igualdade que hoje você tem uma profissão e não uma dona de casa. Pense nisso!!!!

    • Olá, Milena! Pode até ser que haja livros sérios sobre ideologia de gênero, mas não são os que estão sendo usados nas escolas e eu estou muito bem informada sobre isso. Não ter filhos não me impede de falar sobre algo que está servindo de plataforma política para candidatos oportunistas. Não há um político sequer nesse país que deva receber o direito de invadir a educação das crianças a esse nível, visto que nem o mínimo estão fazendo há muitos anos. Nisso a sociedade não está evoluindo (pelo menos, não a nossa). Temos muitos problemas estruturais, mas quem está preocupado com isso, não é mesmo? E quanto a ser dona de casa, também sou, com o mesmo prazer que exerço minha profissão. Não é demérito nenhum.

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