Perseguição no trabalho: o que fazer?

A leitora Ana Augusta passou por isso e nos mandou um texto super legal falando como resolveu o problema e deu a volta por cima. Dicas valiosíssimas para todas nós. Confira!

Com a palavra, Ana Augusta Blumer Salotti, que trabalha na área da saúde e é fundadora do site Hotelaria Hospitalar:

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“Muitas vezes, cegas dos fatos, acreditamos nas mentiras que as pessoas dizem sobre nós mesmas. Assim como relatado no livro Bolsa Blindada 2, eu também cheguei a acreditar nas mentiras que as pessoas diziam sobre mim. “A sua área não resolve nada” era uma das frases que eu mais ouvia durante todo meu período de trabalho em uma determinada empresa. 

Além dos desafios do trabalho, o clima tenso e a busca por culpados (e não em resolver o problema), não ajudava no meu desempenho. Durante esse tempo vi pessoas altamente competentes saírem chorando de reuniões, pegarem sua bolsa e nunca mais voltarem! Foi aí tive dois “Momentos EPA! (para saber o que é isso é preciso ler o livro Bolsa Blindada 2!): 

  1. Entendi meu propósito na empresa e que as coisas têm a importância que nós damos a elas. Vi que precisava consolidar resultados e me manter focada para que as perseguições não me fizessem pedir as contas. Também abri uma empresa paralela ao emprego para ampliar minha visão. 
  2. Comecei a responder às mentiras com fatos. Deixei as emoções de lado, pois elas distorcem a realidade e levantei resultados de tudo que havia conseguido fazer durante a minha gestão. Fiz um relatório detalhado, além de reuniões com clientes para constatar que vários problemas antigos haviam sido resolvidos na minha gestão.

Enquanto as pessoas estavam preocupadas em denegrir a minha imagem eu estava com os olhos firmes no alvo, acreditando que os resultados responderiam por mim. Porém, pouco tempo depois, como resposta, veio a surpresa: fui demitida!

Na hora a gente fica sem chão, mas na verdade, essa demissão foi um presente. Foi o empurrãozinho que faltava para que eu tivesse dedicação em tempo integral à minha empresa. O trabalho cresceu e comecei a palestrar em congressos pelo Brasil e a ministrar palestras e aulas de pós-graduação. Também já palestrei nos Estados Unidos, uma experiência maravilhosa!

Mas tem um detalhe: não venci sozinha. Não é fácil lutar sem desenvolver antes uma força interior e eu recebi essa força por meio do Godllywood Autoajuda. Trata-se de um grupo para mulheres que nos desafia a cumprir algumas tarefas semanais para o nosso desenvolvimento. 

Você pode participar desse grupo (que a Paty também faz parte) clicando aqui e acompanhando cada tarefa. Pronto: contei um dos segredinhos da Paty que a faz estar sempre tendo ideias e trazendo novidades para nós aqui no blog!” – Ana Augusta Blumer Salotti

Muito legal, né? Faço parte do grupo e não abro mão! Inclusive todo segundo sábado do mês temos uma reunião presencial. Para saber basta você se cadastrar neste link OK?

Nos vemos!

Jornalista com atuação no Brasil, Inglaterra, Argentina e Israel. Autora do best seller Bolsa Blindada e palestrante na Universidade de Harvard.

  • Cidalia-Tunisia diz:

    Boa tarde Patty,

    Assisiti pela primeira vez no univerparacrer.com à palestra , que maravilha e que prenda de Deus ter este site para assistir!!
    Minha próxima vinda ao Brazil ,vou organisar a estar aí ao segundo sábado do mês….? Nāo posso perder esta Bençāo de jeito nenhum?.
    Bisous ma chérie.

    • Patrícia Lages diz:

      Sim! ????????

  • Lumara diz:

    É importante saber o nosso valor, independente do que os outros dizem e das distorções que nossos sentimentos fazem.

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