Desafio Detox 12 – Não se curve à imbecilidade

O mundo hoje dita regras tão absurdas que chegam a ser imbecis… Cabe a cada um de nós não aceitar essas imposições. Confira o post e não entre nessa dança!

opressao

Na quarta-feira passada, além do post do Desafio Detox com o tema “Seja original e não cópia”, postei também um texto com “Dicas para a compra de material escolar”. Este segundo assunto também foi a pauta abordada no meu quadro no programa Mulheres, da TV Gazeta.

Estou voltando a esse assunto para falar de duas coisas que rondam a nossa vida todos os dias e que simplesmente não podemos aceitar.

imagesA primeira delas é a corrupção, que cresce a cada dia em todos os segmentos, a política é apenas mais um. Muitas escolas estavam se aproveitando tanto da lista de material para roubar (sim, roubar) os pais e alunos, que a presidente Dilma teve que sancionar uma lei proibindo as escolas de pedirem uma série de materiais que nem sequer eram usados pelos alunos. (A lista com exemplos dos materiais proibidos pode ser encontrada aqui).

Que me perdoem as mais delicadas, mas eu não encontro uma palavra mais adequada do que imbecilidade para descrever essa atitude de muitas escolas de pedir material de limpeza, giz para quadro negro, tonner para impressora e até papel higiênico em suas “listas obrigatórias”.

Foi graças a pais revoltados com a situação – e que denunciaram essas ações nos órgãos competentes, não aceitando essas imbecilidades – que as escolas foram proibidas de agirem assim. Ou seja, a imbecilidade só termina quando ela é proibida de acontecer, caso contrário, estará sempre nos rondando, roubando e chateando.

Being made to feel like an outcastVeja outro tipo de imbecilidade que vem sendo aceita por muita gente, mas que não deveria ser assim:

Mensagem publicada por Jaqueline Carvalho aqui no blog:

“Gostei da postagem falando do material escolar, pois é justamente com o que estou preocupada (assim como muitas, claro!). Penso igual a vc Paty, não é pq todo mundo faz que tenho que fazer. Ano passado foi o primeiro ano da escola do meu filho e não entrei na onda das super mochilas, porém confesso que senti um pouco de preconceito por parte das pessoas e até das funcionárias da escola. Quando eu ia buscar meu filho, a mochila dele sempre estava jogada de qualquer jeito (ou nem sabia onde estava), enquanto as dos outros  coleguinhas estavam organizadas e enfileiradas. Com isso, esse ano o pai não quer mais que o nosso filho use uma simples mochila, quer uma de personagem mais a lancheira, sendo que eu queria reaproveitar a lancheira que ele só usou por 6 meses e comprar uma mochila boa e barata. Nesse caso como agir?”

Veja que coisinha mais imbecil essa de desrespeitar um aluno por causa de sua mochila! Onde nós estamos? Será que vivemos em uma sociedade que ainda não foi civilizada e que se baseia num objeto para classificar uma pessoa? Estamos ficando burros, ignorantes, imbecis? Pelo amor de Deus!

Aproveito para responder a questão da Jaqueline, me estendendo a todas que têm passado por constrangimentos por não dançarem esse “funk da imbecilidade”:

Não aceite atitudes como essa. Documente a situação fotografando esse descaso, reunindo testemunhas e exigindo que as pessoas deixem de ser imbecis, pois elas só farão isso se forem obrigadas. Pronto, falei! Mas vale a ressalva no caso da Jaqueline: se seu marido decidir que quer a mochila cara, paciência… não vale a pena levar discórdia para dentro de casa por causa disso.

Palavra do dia

Hoje vou substituir o provérbio do dia por uma passagem de outro livro bíblico: Romanos 12:2, que diz o seguinte:

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que proveis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”

Este livro foi escrito há mais de 2.000 anos, mas essa palavra nunca esteve tão atual. Não devemos nos conformar com a maneira que o mundo se comporta, mas temos que renovar nossos pensamentos, caso contrário nunca vamos viver da forma que Deus idealizou. Não é Deus quem está ditando as regras da sociedade, mas sim nós. A única coisa que Ele pode fazer é nos aconselhar a não aceitarmos essas imposições (ou imbecilidades), cabe a nós dar ouvidos ou não.

Desafio da atitude

Não aceite imbecilidade em sua vida. Rápido e direto… Haha! Se há alguma coisa ou alguém lhe impondo uma carga pesada e sem sentido, livre-se disso. A escravidão no papel acabou há muitos anos, cabe a nós acabar com ela também na nossa mente.

Desafio da saúde

violencia-contra-mulher-_-Redacao-EnemNesse mesmo pensamento de não aceitarmos as imbecilidades desse mundo, também devemos lutar contra a violência, veja esses dados e pasme:

• 3 em cada 5 mulheres jovens já sofreram violência em relacionamentos. Pesquisa realizada pelo Instituto Avon em parceria com o Data Popular (novembro/2014).

• 77% das mulheres que relatam viver em situação de violência sofrem agressões semanal ou diariamente. Em mais de 80% dos casos, a violência foi cometida por homens com quem as vítimas têm ou tiveram algum vínculo afetivo: atuais ou ex-companheiros, cônjuges, namorados ou amantes das vítimas. Balanço do Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher.

A violência afeta a saúde física e mental de milhões de mulheres no Brasil e não podemos mais tolerar esse tipo de abuso. Uma das formas é denunciar, mas sabemos que, infelizmente, a maioria das mulheres não denuncia por medo, constrangimento ou por achar que podem resolver a questão sozinhas.

Screen Shot 2016-01-07 at 10.53.37Para essas que não querem denunciar, mas reconhecem que precisam de ajuda, há uma saída: o Projeto Raabe. Esse projeto é dirigido por uma amiga muito querida, Carlinda Tinoco, que tem realizado um trabalho exemplar com mulheres que sofrem ou sofreram algum tipo de violência. Agora, além das reuniões periódicas, há também um tratamento para cura interior, pois mesmo após o término das agressões, as feridas continuam lá, precisando de tratamento.

Você pode entrar em contato com o Projeto Raabe pelo e-mail [email protected]. Saiba desde já que o contato é 100% sigiloso e sua situação jamais será exposta. Para saber mais sobre o Projeto clique aqui.

curainterior-405x270Para saber sobre as reuniões da Cura Interior, clique aqui.

Tanto o projeto quanto as reuniões acontecem em várias cidades do Brasil, consulte nos links a mais próxima de você. E mesmo que você não seja uma vítima de violência, provavelmente conhece alguém, então, que tal enviar este post para ela?

E para não perder nada aqui do blog…

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Nos vemos!

Jornalista com atuação no Brasil, Inglaterra, Argentina e Israel. Autora do best seller Bolsa Blindada e palestrante na Universidade de Harvard.

Categoria: Desafio
  • Taysa diz:

    E isso acontece em todas as áreas da nossa vida Tenho 26 e não tenho namorado e nunca namorei .Tenho que ouvir comentários do tipo que devo ter algum problema que fulana que mais nova do que eu já namora .Eu respondo que estou fazendo a terapia do amor e em breve terei sim a pessoa certa. E quando falo que nãoququer ter filhos quase batem em mim ,falam que se eu não der um filhopro homem ele vai me trair .Sabe o que eu respondo olha pra sua vida você não exemplo algum de relacionamento feliz seu marido te largou com os seu dois filhos. Tem horas que preciso ser grossa .Porque tem gente que não se toca afff

  • Valéria Maciel diz:

    Mochilas escolares são um problema!!!
    Se vc não compra a do personagem da moda vc é pobre!!!!
    Então comprei uma mochila cara do bem 10 com lancheira. Só durou 6 meses. E a lancheira quase não foi usada pq ele preferia comprar na escola.
    Por fim meu próprio filho me deu uma lição de personalidade… ele não quiz mais mochila de personagem, nem cadernos, nem nada de personagens.Ele me pediu uma mochila preta!
    Eu insisti, pois no segundo ano ele era o único que não tinha mochila de personagem, Resultado, a tal mochila preta(de rodinhas dessas de notebook), que até foi cara, mas de uma qualidade que as mochilas de personagens não tem, acabou de terminar o quinto ano junto com meu filho, firme e forte… ela custou $250, mais barata que a outra, e durou 3 anos.
    E ela só não vai para o sexto ano com ele, pq no sexto ano já não se usa mochila de rodinhas… mas ai vem a personalidade, pois se meu filho sustar ele vai sim levar a mochila de rodinha…

    • Patrícia Lages diz:

      Oi, Valéria
      Na verdade não são as mochilas que são um problema, pois elas são apenas um objeto no qual os alunos colocam seus materiais, só isso… Quem faz disso um problema são as pessoas. Eu jamais daria R$ 500 na mochila da Frozen (que acabei de ver o preço “em promoção” na internet), sendo que é uma mochila de borracha e plástico bem vagabundos que não durarão nem sequer o ano todo. É não comprar e pronto. Se alguém acha que não ter uma mochila ruim e cara é ser pobre, eu acho que é não ser tolo…

      • Samira Tosas diz:

        Perfeita sua resposta amiga. O povo dança no bloco do consumismo e paga caro por isso. Eu também não gasto dinheiro em vão. Beijos!

  • Keyla Neri diz:

    Muito bacana esses projetos ajuda mesmo.

  • jaqueline carvalho diz:

    Obrigada Paty pelo post,infelizmente não foi só isso que aconteceu nessa escola,foram uma série de desrespeitos que eu sempre relevava,até que meu filho não queria ir mais para a escola e também não se adaptou com a professora.Com tanta pressão por parte do meu marido e da senhora que cuida do meu filho,resolvemos tirá-lo da escola,confesso que tirei mesmo quando nas voltas às aulas ele se mostrou com medo da professora.Assim ele ficou esses 6 meses em casa porém feliz novamente.
    Esse ano mudei meu critério para escolas,já o matriculei numa escola menor,mais perto e mais simples e vamos ver se lá elas são mais amorosas e humanas com as crianças.

  • Gezane Santos de Almeida diz:

    Olá Paty, hj eu tenho quase 40, mas quando eu tinha uns 25 anos meus ex marido tentou me enforcar. Minha irmã contou para minha mãe e ele falou se eu quisesse ele me levaria para casa dela,, e minha mãe respondeu que ele tinha levado uma e não duas, pois eu já tinha uma filha. Voltei pra minha casa e me tornei uma pessoa dura e difícil fiquei casada mais alguns anos até que um dia brigamos feio e ele veio querer me bater de novo aí acabou pois eu já tinha dois filhos e não aceitei mais aquelas brigas. Foi difícil para mim mas venci e hj vivo uma nova vida!!! Graças a Deus Gosto muito dos seus post e já te chamo de amiga!! Bjs

  • Denise Angeli diz:

    Realmente Patricia, como nos são impostos coisas tão banais como regra e tantos tem se deixado levar…
    O caso da mochila é uma prova disso, o que se TEM ainda é medido como mais importante do que o que se É. Infelizmente isso se tornou uma epidemia nas mentes, nas casas, etc. TRISTE!
    No final do ano passado, decidi não comprar roupa nova para natal e ano novo, decidindo inovar com algo que já tenho, usando de um novo modo, e foi engraçado como isso causou estranheza em algumas pessoas perto de mim.
    Ainda assim, é uma questão de escolha. Com a decisão de não comprar roupa nova pude exercitar a criatividade com coisas que já tenho, entrei o ano sem ter gasto desnecessariamente e ainda rendeu 2 artigos no blog Forte Delicadeza muito bacanas.
    A medida que tenho me despido dos conceitos deste mundo e valorizado mais o que sou e olhado com inteligente para o que possuo, tenho ganho tanto.
    Tanto pra mim, pra minha casa e família, quanto para compartilhar com outras pessoas.
    Sempre que nadamos contra a maré, causaremos estranheza em alguns, mas em outros exerceremos a boa influência pra nadarem contra a maré também.
    Sua vida, Patrícia e seu trabalho tem me inspirado a cada dia e tem me feito ver com novos olhos as boas possibilidades que existem perto de mim a meu favor.
    Grata por isso e por tanto mais.
    Um beijo.

    • Patrícia Lages diz:

      Eu vi os atigos no seu blog e achei muito legais. Temos mesmo que andar na contra-mão!

  • Aline diz:

    Sou professora e vejo isso nas salas de aula, aqueles alunos que andam “mal vestidos”, com cadernos que não são os da moda, com mochilas mais simples,sofrem preconceito por parte dos próprios alunos.
    Apesar de nós professores orientarmos bastante acerca desse assunto, obtemos pouco êxito, pois muitas vezes isso está enraizado culturalmente e o pior a própria família estimula a criança com esses hábitos consumistas. E a educação vem de casa… não adianta só a escola orientar e a família estimular o contrário, infelizmente isso é fato.

  • Natalia (Chile) diz:

    Que feliz me siento al leer esto!!!!! Porque parece que uno va a contramano del mundo!!!! Feliz porque muchos pensamos lo mismo!!! Mi hija de 12 años no tiene teléfono celular, y sus compañeros la tienen por menos…. Yo le explique que cuando ella tuviera edad le compraría uno ( y uno básico para hacer llamadas) y ella lo entiende… El año pasado, sus compañeros usaban el teléfono en clases para mirar pornografia.. Este año, mi hija terminó con el mejor promedio de su clase… Y los que pierden tiempo con el telefono no pudieron ingresar a otro colegio por sus bajas notas…

    • Patrícia Lages diz:

      A veces los padres piensan que está haciendo bien a sua hijos dando a ellos todo lo que quieren pero ya vemos que no es así. Gracias por su comentário y saludos para toda la gente de Chile (como extraño Santiago y San Pedro de Atacama!!) 😀

  • Cristina diz:

    Quando meus filhos eram menores,se eu podia eu sempre levava o papel higiênico,pagava a contribuição mensal(as vezes dava um valor menor),mas eu dava por entender que a escola não recebia e era melhor os pais ajudarem do que os alunos ficarem sem.Nessas escolas tudo era conversado em reuniões,tinha acompanhamento do gasto e do que a diretora recebia,tudo muito transparente.Nem sempre o governo cumpre a obrigação nos repasses,mas eu e os outros pais sabíamos que não era uma obrigação nossa.

    Trabalho em hospital,vejo que o governo faz a propaganda da crise(na verdade é má gestão mesmo),mas a população não acompanha nos sites oficias a situação do caixa governamental e tudo fica por conta da crise.Também vejo os pacientes comprarem seringas,trazer lençol de casa etc.Pra resolver o problema imediato é o jeito que se tem.Muitos reclamam alí na hora, que o governo não ta cumprindo a obrigação de funcionamento do hospital nem com o mínimo,mas não tiram sequer 5 minutinhos pra fazer a reclamação no local correto:ouvidoria,MP,Corregedoria ou uma ligação grátis para 160/162 aqui do DF…reclamam para os servidores e no face book.Não adianta saber que não é sua obrigação e não fazer nada como,cobrar os gestores públicos uma melhor gerencia de verba pública,transparência e responsabilidade nos gastos…colocar a boca no trombone pra intimidar os corruptos,usar o voto,fiscalizar.

    att Cris

  • Sara diz:

    Isso é uma coisa muito séria, temos que tomar cuidado não só com as más influência externas que são pregadas como certo para que todos sigam, mais também como as pessoas próximas que se “dizem amigas” ou familiares que querem te influenciar de forma negativa também! Como é importante isso, de agente saber pensar por si mesmo e se questionar sempre! No meu caso uma pessoa veio querer me dá conselhos pro meu casamento, em nome da religião dela, uma igreja muito tradicional. Ela veio me dizer que eu deveria passar por cima do meu marido, e fazer o que eu queria, não levando em consideração a opinião dele! O mais curioso é que ela é uma pessoa totalmente infeiz no casamento e na vida familiar com os filhos! Porém, Graças a Deus eu cresci na IURD e uma coisa que eu aprendi desde cedo foi pensar por mim mesma! Como pode uma pessoa tão problemática na vida familiar querer te dar conselhos? (Ainda por cima, Conselhos que não foram pedidos) É como um cego querendo te ajudar em um caminho! invevitavemente sempre estaremos encontrando situações como essa em várias áreas da vida. Por isso a todo tempo temos que nos questionar sobre TUDO, e não aceitar tudo que querem impor sobre nós!

  • Shoraya diz:

    Bom dia, Paty!!!

    Lindo texto e também uma transmissão de pensamento: eu ia lhe enviar a foto com a mochila em “promoção”. Sinceramente achei que era apenas aqui na minha cidade, no interior do Tocantins. Quase caí de costa na papelaria.
    Acredito que muito dessas paranoias com marcas e personagens também vem dos pais em casa e não só de colegas de escola. Minha filha estuda em escola municipal, nossa cidade é pequena e ainda assim tem crianças de famílias mais abastadas que fazem um verdadeiro desfile de moda.
    O material escolar da minha filha eu costumo comprar no supermercado mesmo, e a mochila compramos aqui na capital do meu estado, Palmas em uma liquidação de uma loja de esportes por R$50,00. Mochila de marca boa e barata como eu queria e sem rodinhas, como ela queria!

  • Fabiane Alves diz:

    Olá Patrícia! Esse assunto é sempre muito triste, agredir um irmão é sempre algo inconcebível, seja físico ou verbalmente. A violência é sinônimo de ignorância… pessoas que ainda não conhecem o amor, não conhecem ou negam Jesus. Como não sabem andar ao lado do próximo para crescerem juntos, se impõem através da violência, acreditando estar assim, sempre um passo a frente. Talvez quando o ser humano aprender e praticar o significado da palavra respeito, essas atitudes tão rudimentares sejam abolidas dos relacionamentos, seja ele qual for. Respeito a vida, ao irmão, aos animais… sempre respeito. Abraço!

  • Leticia diz:

    Os pais tem q saber conversar com os filhos, mas tem casos q eles exageram p agradar os filhos e nem se tocam da sua real situação. Tenho uma colega que esta devendo horrores, mas mesmo assim ja falou que vai comprar uma mochila de quase 300 reais para o filho de 5 anos, só pq ele quer muito.

    • Patrícia Lages diz:

      Ele quer muito?? Ele?? Será??

  • marlene diz:

    O projeto Raabe, tem ajudado muitas mulheres, fui conferir de perto é muito bacana.

  • Joselene Lima diz:

    Outra roubalheira se dá por parte dos prestadores de serviço que trabalham para casamento. Se você é a noiva também é a vítima, ou seja, paga em dobro, triplo, por qualquer serviço que for contratar. Muito triste!

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