Minha cirurgia e o que aprendi!

Quem me segue nas redes sociais soube que fiz uma cirurgia há alguns dias. Além de me livrar de um problema chato, tirei uma lição muito interessante disso e, é claaaaaro que eu não ia deixar de contar para vocês!

 

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Quando publiquei uma foto minha com meu marido no hospital (acima) e mencionei que aquele era o último dia que eu transpirava excessivamente nas mãos, percebi que muita gente também sofre (ou conhece alguém) com esse problema.

Por isso, vou falar rapidamente do que se trata (antes de falar sobre o que aprendi), pois creio que ajudará outras pessoas. E, claro, se você não tem, mas conhece alguém, passe o link deste post! 😀

Esse suadouro aí chama-se hiperidrose. Essas não são as minhas mãos, mas era isso que acontecia comigo.

Sem o menor controle, de repente, minhas mãos suavam a ponto de ficarem molhadas (chegando às vezes a pingar!). Pode parecer meio bobagem, mas eu estragava um monte de coisas, como livros (logo eu que amo!), cadernos, minha agenda ficava um horror, os teclados de computador tinham que ser trocados periodicamente e meu iPad então… ficava num estado nojento!! hehehehe…

Também chegava a ser perigoso às vezes porque, ao cozinhar, já aconteceu da faca simplesmente escorregar da minha mão e zás… acidente culinário! Sem contar a vez que passaram silicone no volante do carro e eu quase dei com a cara num poste, pois aquilo virou um sabão e eu perdi o controle…

E ainda por cima havia o constrangimento social, pois sempre que  cumprimentava alguém percebia que a pessoa ficava incomodada por ter que pegar numa mão molhada e gelada! Era muito chato. Já me dei muito mal numa entrevista de emprego porque a psicóloga achou que eu estava hiper nervosa, suando frio “só por causa de uma entrevista simples” e que não daria conta do trabalho por não ser “equilibrada emocionalmente”, o que não foi nada legal de ouvir logo no começo da minha carreira. Tentei explicar que tinha hiperidrose, mas como ela nunca havia ouvido falar, nem ligou e manteve o veredito: “inapta para a função”!

Então, amiga, se você tem o problema ou conhece alguém que tenha, existe solução! É só buscar um cirurgião torácico e ver qual tratamento é mais indicado. No meu caso, tentei antes tratamento medicamentoso, mas como não deu certo fiz essa cirurgia chamada Simpatectomia. Passados 7 dias, estou muito feliz e comemorando, pois este é meu segundo post com as mãos sequinhas!!! 😀 😀 😀

Agora vamos ao que aprendi!

Graças a Deus tenho um bom convênio médico e pude ficar em um hospital que mais parecia um hotel. Instalações ultramodernas e cheias de tecnologia por todos os lados e um quarto que era puro conforto, e só remete a um hospital por causa de alguns itens específicos e pelo leito parecer ter vindo do espaço sideral!

11695712_10204563895323602_6566977484673716176_nA comida era excelente, olha só a minha cara de alegria quando acordei morrendo de fome e dei de cara com essa bandeja!

Só não repare no “estado natural” da cara, porque isso foi depois de 3 horas de cirurgia e 7 horas de soninho! Hahahahaha!

Mas apesar de tudo que o hospital oferece, sabe o que mais me agradou nessa internação? A atenção das pessoas para comigo.

Desde o manobrista do estacionamento até o médico cirurgião, todos fizeram questão de deixar claro que o mais importante naquele processo todo é o paciente. E isso sem ficar de blábláblá, mas sim com atitudes. Um atendimento exemplar, muito cuidado e educação ao se dirigirem a mim e ao meu marido, levando em conta os mínimos detalhes e sempre com a preocupação de saber se eu realmente estava tendo uma boa estadia, se não tinha nenhuma dúvida etc.

10419046_10204566769715460_3601237390674256030_nQuer dizer, mesmo com todo o conforto que a a tecnologia pode proporcionar, o que mais vale nessas horas ainda é o conforto de um ser humano. Nenhum leito desenvolvido pela NASA será capaz de substituir o aconchego de braços humanos. Nenhuma TV com transmissão ultra HD 4K vai ser mais reconfortante do que a voz de uma pessoa perguntando se você está precisando de alguma coisa. Na foto eu já estava indo para casa, depois de 20 horas de internação.

O outro lado

Aos 8 anos de idade fiz uma cirurgia de emergência em um hospital público e as instalações eram totalmente diferentes. A comida não era boa, o leito era muito simples e havia 5 adultos internados no mesmo quarto, nem sequer era uma ala pediátrica. Nada de TV, nada de telefone e nenhum parente podia ficar comigo por pura falta de estrutura.

amareloMesmo assim, depois de 35 anos, ainda lembro-me com carinho de uma enfermeira que fez trancinhas no meu cabelo, dizendo que ia me deixar bonita para a hora da visita.

E de um médico que me deu um chinelinho amarelo. Ele me mandou caminhar, mas respondi que não podia, porque minha mãe não ia gostar que eu andasse descalça. Ele disse que ia resolver o “problema” e voltou com os chinelinhos de presente.

Ainda que as instalações daquele hospital fossem bem precárias, não me senti sozinha porque lá havia pessoas comprometidas com pessoas. E isso não depende de hospital classe A, B ou C, mas de pessoas classe A, B ou C.

Por mais que o mundo esteja cada vez mais de cabeça para baixo e o ter esteja cada vez mais passando por cima do ser, nós ainda valemos mais do que tudo. O que nós somos vale muito mais do que aquilo que temos. As coisas que podemos dar de graça (e que dinheiro nenhum compra) sempre valerão muito mais. Um sorriso, um carinho, um aconchego, uma palavra amiga ou atender a necessidade de alguém. Não se trata de fazer o que achamos que devemos fazer, mas sim de fazer aquilo que a pessoa está precisando, sejam trancinhas que não levam mais de 5 minutos (mas que continuam na minha mente há mais de 35 anos) ou um chinelo de 10 reais (que me mostrou o valor de uma atitude nota 10).

Nós podemos ser pessoas classe A, ainda que vivamos num mundo classe D. Só depende de nós!

E você? Já viveu alguma experiência parecida? Compartilhe conosco 😀

Nos vemos!

Jornalista com atuação no Brasil, Inglaterra, Argentina e Israel. Autora do best seller Bolsa Blindada e palestrante na Universidade de Harvard.

Categoria: Uncategorized
  • niege diz:

    Tambem conheci pessoas nota dez quando minha vo esteve internada por causa de um avc.Nunca vou esquecer do enfermeiro que cuidou dela a noite e com muito carinho a chamava tambem de vo.Ela se recuperou muito bem em uma semana antes do domingo do dia das maes ela ja estava em casa.Niege de Poa RS.

  • Vânia Maria Gabriel de Souza diz:

    Sim! Ser bem tratada no leito de hospital sempre me emociona, afinal, por mais simples que seja o procedimento, me sentir amparada desde a moça que faz higiene no quarto (fiz uma amiga muito querida certa vez) até o próprio médico parece que estou sendo cuidada por anjos!
    E a recuperação é zás-trás!
    Tal emoção se repete seja no hospital onde tenho convênio, seja no A.M.A. onde já fui muito bem atendida e saí com a sacolinha de remédios (num momento que eu não tinha centavo para comprar sequer aspirina).

    • Patrícia Lages diz:

      Esse tipo de profissão exige realmente um toque especial, temos que valorizar esses “anjos”! Bjs, Vania!

  • Dani diz:

    Oi Paty❗️A cirurgia que vc fez foi pelo plano de saúde?! Ela é simples?! Quais os riscos?! Eu sofria desse problema quando era criança. Agora na fase adulta, só noto o problema quando passo algum creme nas mãos ou nos pés, e as vezes quando estou nervosa.
    Muito legal sua experiência. Em março tbm me submeti a um procedimento cirúrgico (correção da miopia) mas não precisei ficar internada, eis que a cirurgia é muito simples e rápida e a cicatrização tbm. Fiquei muito satisfeita com o resultado. Fiz a cirurgia pelo plano, e graças a Deus tbm tive a permissão de fazer com um bom oftalmologista bastante renomado na cidade onde realizei o procedimento cirúrgico.
    Fique com Deus. Um forte abraço.

    • Patrícia Lages diz:

      Oi, Dani. Toda cirurgia tem seus riscos, mas essa é relativamente simples. Os planos de saúde cobrem esse procedimento, mas creio que seria mais indicado para quem tem um problema mais severo, no seu caso parece mais tranquilo! Tb fiz cirurgia de miopia e foi ótima! Bjs

  • Jessica Uchoa diz:

    Olá D.Patrícia,
    Lendo a sua história, lembrei-me de uma experiência que vivi há dois anos. Foi quando tive que ser internada com uma doença contagiosa chamada Varicela, um tipo de catapora; só que a minha era muito forte tanto por dentro quanto por fora do meu corpo. Quem me atendeu durante o tempo que fiquei lá foi o próprio diretor do hospital. Sou grata a ele até hoje,pois quando eu ficava muito triste por causa da minha aparência (não conseguia nem olhar no espelho)ele sempre me chamava de “Moça Bonita” e dizia que todas as manchinhas iriam desaparecer com o tempo. Lembro que um dia queria comer um iogurte de morango e ele comprou um para mim. Um gesto simples mas que demonstrou um cuidado e uma preocupação que nunca vou esquecer.
    Um abraço,
    Att.

    • Patrícia Lages diz:

      E vc se recuperou bem, sem manchinhas?? 🙂

      • Jessica Uchoa diz:

        Graças ao Bom Deus, sim!! Hoje consigo olhar no espelho e me sentir bem com a minha aparência.
        Bjs 🙂

  • Cássia Pereira diz:

    Olá querida! Que bom! Eu também fiz essa cirurgia, fiz nas axilas e resulta também as mãos, mas mudou minha vida também, minha axila suava até a metade do cotovelo, estragava tantas camisas lindas,mas Graças a Deus tive a oportunidade de fazer, e também fiquei em um hospital excelente em tudo! Que bacana a atitude dessas duas pessoas a 35 anos atrás né, isso que é amor ao que fazemos…

    • Patrícia Lages diz:

      Posso imaginar o quanto era chato, graças a Deus acabou!! Bjs

  • Ricardo Candido diz:

    Eu vivi algo parecido, meu pai era Sargento do Exército e quando eu tinha 5 ou 6 anos ele foi transferido para um lugar minúsculo na Amazônia. Como eu era muito pequena estava apavorado e em um choro que não cessava, foi ai que conheci um sargento, lembro até o nome dele, Raposo. Esse sargento vendo minha tristeza me levou para passear, me mostrou os macaquinhos na floresta, as pinturas nas paredes do quartel e até um filhote de onça pintada que havia no quartel. Amei muito aquele lugar por que esse sargento me mostrou as maravilhas que havia lá, e sae o que mais, quando saímos de lá foi outro berreiro kkkkkkkk. Vou postar uns dois Links com fotos de onde morei para você ver.http://montedo.blogspot.com.br/2015/04/forte-principe-da-beira-exercito.html

    • Patrícia Lages diz:

      Muito bacana, e o lugar é lindo!

  • Adiusa diz:

    Que lição maravilhosa !!! pra fechar a semana com chave de ouro !!!

  • Juliana Fagundes diz:

    Patricia,

    Infelizmente para muitas pessoas o nosso valor está naquilo que possuímos materialmente. Mas não nos resumimos somente nisso. Tanto porque se assim fosse, meu Deus que valor eu teria kkkk. Se só agora estou me educando financeiramente e do qual ainda não tenho nada concreto material.
    Mas os valores que tenho são outros e aqueles que com gestos e palavras passamos para os outros e assim nunca passaremos batido pela vida de alguém, assim como aconteceu com a enfermeira e o médico de quando você era criança.
    Gestos assim ficam gravados.

    Fazer o bem sem olhar a quem!

    Bjks,

  • Daniela diz:

    Paty to chorando… To justamente lendo seu post no hospital do SUS com meu pai mas nos tratando de forma excelente. Qdo ele teve o AVC foi pra emergência de um hospital particular perto de casa e ficou na UTI 5 dias. Não tenho com pagar e a conta ficou lá e o hospital vai nos processar. Não temos convênio médico. No sexto dia conseguimos a transferência pro SUS e lembro que quando cheguei aqui pensei: O que eu fiz? Tirei ele do particular pra morrer aqui? As instalações são muito simples e pensei mesmo que meu pai morreria. Aos poucos os auxiliares de enfermagem, enfermeiros, médicos e outros profissionais iam falando comigo e atendendo ao meu pai. Me senti tão segura aqui! Ja faz 40 dis que estamos aqui. Agradeço a Deus pelos excelentes seres humanos que estão aqui, trabalhando e dando o melhor de si. Bjka

    • Patrícia Lages diz:

      Dani, eu creio que nada acontece por acaso. Mantenha a sua fé e tudo vai dar certo. A justiça do nosso Deus está acima de tudo. Logo, logo vamos entender o que agora não somos capazes. Eu creio nisso, amiga!! Bjsssss

  • Eilma diz:

    muito legal gostei. Repassando…. Bjs

  • Cidalia -Tunisia( Africa do Norte) diz:

    Boa tarde e que bom que está recuperada Patty.
    Ao ler , estava pensando ,que pessoas assim dedicadas e gentilles são anjos enviados especialmente de Deus para nós nesses momentos assim mais carentes.
    Bom final de semana – Cidalia

    • Patrícia Lages diz:

      Que eles recebam de volta todo o bem que fazem a pessoas que nem sabem quem são! Bisous!!

  • Juliana Rolim diz:

    Paty, chorei com a história dos chinelos! Andar descalça ia dar zica né ahahhahahahah bjs!

    • Patrícia Lages diz:

      Lembrei agora da “zica do pântano”, Ju! Kkkkkkkkkkkkkkkk

  • Leidy diz:

    Patty! Vc retratou o meu problema! Meu caso são mãos e pés ao mesmo tempo!
    Não posso usar qualquer tipo de sandálias, meus pés escorregam rs ate em havaianas, acredita? Rs
    Acabei me acostumando, levo sempre uma toalhinha na bolsa para amenizar o suor das mãos.
    Ouvi dizer q isso não tem jeito, q mesmo fazendo cirurgia vai para outro local do corpo… Q se eu tivesse um filho ele teria o mesmo problema etc…
    Vou pesquisar e falar com o médico, nos mantenha informada sobre a sua recuperação rs
    Seria um sonho não conviver com maos e pes assim rs
    Amei o texto! Simples atitudes mudam o ambiente seja ele chique ou mais simples, depende de cada um…
    Bjo
    Obs: ja tinha postado, mais não foi meu comentário kk escrevi tudo de novo! Rs

    • Patrícia Lages diz:

      Oi, Leidy. O problema tem jeito sim. O que pode acontecer é uma compensação, ou seja, passar a transpirar em algum outro lugar (geralmente abdômen ou costas). Eu ainda não posso dizer se terei essa compensação ou não (nem sempre acontece), mas conheço pessoas que tiveram e nem se compara ao constrangimento e mal estar de mãos e pés. Ninguém se arrependeu! Vale a pena se informar com seu médico. Bjs!

  • Jarlenys Dias-CES Lisboa diz:

    Olá, Paty.
    Não me lembro todos os detalhes que passei internada no hospital pediátrico.
    Fui operada nos olhos que nasceram com ptoses quando tinha 9 anos. No mesmo dia da cirurgia, recebi alta. Era uma noite chuvosa do inverno.
    13 anos depois, irei ser operada outra vez este ano pois um dos meus olhos voltou tapar. Imagina quando tive ataque de medo. Kkk
    Tenho pavor da cirurgia.

    As melhoras com beijinhos blindados.
    Deus lhe abençoe

    • Patrícia Lages diz:

      Oi, Jarlenys. Confie que vai dar tudo certo! Bjs

  • Fernanda diz:

    Oi Paty, gostei muito do post de hj, realmente é a atitude que faz a diferença, como uma simples trancinha fez a diferença após tantos anos, fico feliz por sua ótima recuperação e livre do incomodo, sei bem o que é isso quando fiz cirurgia para miopia, usei óculos desde de criança e fiquei livre aos 23 anos quando operei. Ufa é muito bom ficar livre dessas coisas chatas. Bjs

  • marcella diz:

    Sim Patty é isso mesmo,lembro que quando ganhei meus filhos(gemeos e eu com apenas 18 anos)não sabia nem segurar direito e tive que ficar com ele por uns dias no hospital,sempre tinha alguem comigo ate porque eles tinham que ficar na luz por conta do amarelão e não podiam tirar o paninho dos olhos e olhar para aquela luz forte,enfim teve um dia que não tinha nenhum familiar comigo e teria que passar a noite sozinha ,eu comecei a chorar e falar com Deus sobre aquela noite o que eu faria,sem perceber havia uma enfermeira ouvindo o que eu falava,melhor um anjo de enfermeira ouvindo o que eu falava,rs,naquela noite ela quase não saiu do meu lado e chamou ate mais enfermeiras para ajudar,e isso ficou gravado em minha memoria e ate hoje tenho um carinho enorme pela enfermeira.

  • Amanda Gliose diz:

    Olá Patrícia! Gosto muito do seu blog e amei sua reflexão. Ainda que estejamos em um mundo tão frio temos que tratar as pessoas como gostaríamos de ser tratados. Não precisamos de dinheiro para fazer a diferença na vida de alguém. Beijos

  • GISLANE- Sorocaba diz:

    Olá Patrícia! Lendo esse post, lembrei de dois momentos, um deles mais recente, quando meu irmão passou por tratamento quimioterápico, e o médico que o acompanhou durante o tratamento, cuidou muito bem dele, o tratou como se fosse da família mesmo,enfim,o assistiu de uma forma admirável, em um Hospital público aqui da cidade.Nos últimos dias de vida do meu irmão, ele o agradeceu pela dedicação, emocionando o médico, que com lágrimas se despediu dele!!!
    Outro fato, é sobre a hiperidrose, a qual meu filho ainda criança, apresentou esse suor excessivo nas mãos e pés,me lembro que ele tinha que ter sempre uma toalhinha pra enxugar as mãos, e isso o incomodava muito na escola, no período de adolescência…até que, com 16 anos de idade ele mesmo decidiu fazer a cirurgia, indicada pelo médico, ficando livre do suor excessivo nas mãos e pés, embora tenha apresentado na região do abdômen, porém, somente quando a temperatura está muito alta, mas é o resultado que o médico havia previsto mesmo!
    Bjs, querida, amo seus posts!!!

    • Patrícia Lages diz:

      Ele apresentou compensação, o médico tb me avisou sobre isso, mas nem se compara com o constrangimento de mãos e pés. Vale a pena! Bjs

  • Patricia diz:

    Como é bom ser bem tratada!!! Meu filho fez três cirurgias, com 07 meses, com um ano e sete meses e a ultima com três anos. Duas delas em hospital publico, na pediatria rs, nós fomos muito bem tratados, com enfermeiras entrando e saindo o tempo todo. Lembro me bem da segunda em que a enfermeira veio buscar meu filho na porta do centro cirúrgico brincou com ele, conquistou sua confiança e o levou todo contente. Mas na ultima cirurgia, no plano, tive uma sensação de descaso. Não conheci a enfermeira responsável pelo plantão, mesmo meu filho ficando internado por três dias, só conhecia as técnicas de enfermagem, isso quando elas se identificavam, quando vinham aplicar medicamentos.
    Graças a Deus o médico era o mesmo e muito atencioso.
    Beijinhos!!!
    Pati

  • jeniffer diz:

    Muito legal.

  • Paula Campos diz:

    Patricia é a mais pura verdade, estive com minha filha varias vezes numa clinica de luxo e tive atendimento classe D, a ultima experiência foi trocar ir para uma clinica mais humilde e simples e o atendimento foi nota 10 porque graças a Deus as pessoas eram de Classe A. o QUE FAZ A DIFERENÇA NÃO É O LUXO OU DINHEIRO MAS SIM AS PESSOAS.

  • Nina Rezende diz:

    Sim Paty, também tive que em 2012 ser internada as pressas no hospital Público, mas não tenho nada para reclamar. As enfermeiras todas e os médicos que fizeram a cirurgia, foram todos muito legais comigo, me trataram bem, e realmente isso não se esquece. Também já fiz cirurgia em hospital particular pelo meu convênio médico, e foi a mesma coisa, bem tratada, bem atendida… ao ler o seu post eu lembrei dessas situações e de como fui bem atendida nas duas vezes. Isso é realmente muito legal, são coisas que as pessoas fazem por nós que nós nunca esqueceremos, né? Beijinhos pra vc! Tomara que sai logo o vol.3!!!

  • Roselene Oliveira. diz:

    Minha amiga Patrícia. Eu te amo!!! Continue escrevendo..do lado de cá tem alguém sendo muito ajudada com suas mensagens. So posso agradecer a Deus pela sua vida e pedir q Ele faça por vc tudo aquilo q pessoas aqui não tenha condição de fazer por vc. Beijokas. Vc é muito fofa!!!

    • Patrícia Lages diz:

      Obrigada, querida! Vcs é que são umas fofas!

  • Bruna diz:

    Quem pode,pode.

  • Mila diz:

    Boa noite patrícia, eu também tenho esse problema e o pior é transpirar nos pés também é horrível. Agradeceria muito se pudesses me passar direitinho o endereço do hospital e os gastos mais ou menos. , pois sou Missionaria aqui de Angola e a muitos anos que procuro a solução desse problema.um abraço e fique com Deus.

    • Patrícia Lages diz:

      Olá, Mila. A cirurgia é para as mãos e quanto às despesas, não tenho como te passar, pois foram cobertas pelo plano de saúde que pago mensalmente. Não é uma especialidade feita só por esse hospital, então creio que o melhor seria pesquisar se existe aí em Angola. Bjs!!

  • Bruna diz:

    Patricia Lages.
    Desculpe o meu comentario quem pode é que vi seu post so do lado material e li correndo.
    Mas realmente independente de qualquer coisa temos que dar nosso melhor em tudo.
    E como vc mesmo disse: O que somos vale muito mais do que aquilo que temos.
    Bjs.

  • Joselene Lima diz:

    Own que lindo! E que bom que você está bem agora. Ah, você está linda em todas as fotos 🙂

    • Patrícia Lages diz:

      Olha que eu acredito, hein?? Kkkkkk

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