Comparações: o que causam a nós e às crianças

Sim, nós vivemos fazendo comparações e elas são quase automáticas em nossa mente! Mas nem sempre gostamos de ser comparadas, não é mesmo? Hoje a Isabela Munhoz vai falar sobre esse assunto, confira!

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Competições sempre farão parte da nossa vida, afinal, nossa formação já é uma corrida de espermatozoides, pois só o que consegue entrar no óvulo primeiro vai fecundá-lo!

Depois, competimos pela atenção dos pais, por boas notas na escola, por uma boa colocação no vestibular, por algum pretendente no amor, para passar nas entrevistas de emprego etc. Essas são apenas algumas das competições pelas quais passamos, e por vezes não vencemos de primeira, gerando, em diversos casos, as muitas comparações.

  • “Ele é mais inteligente”
  • “Ela é mais bonita”
  • “A família deles tem mais dinheiro”

E assim vai…

Se não nos atentarmos, acabaremos com a nossa autoestima! A Paty já falou sobre o quanto interessa para a indústria da propaganda nos fazer pensar sobre o que “precisamos” ter e ser, para que assim possam vender seus produtos. Assista um vídeo super interessante sobre isso clicando aqui.

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Mas temos que estar atentas pois da mesma forma que a indústria cria necessidades para nós, (que na verdade não são necessidades) muitas vezes somos nós, os pais, quem criamos essas necessidades no interior de nossos filhos.

Temos o costume de comparar nossos filhos com outras crianças ou outros adolescentes e fazemos isso geralmente com os irmãos ou parentes, colegas da escola ou conhecidos, e até mesmo com alguém que apareça na mídia (que nem sequer conhecemos!).

Na maior parte das vezes, os pais fazem comparações com o objetivo que o filho melhore, porém, agindo dessa forma, conseguem exatamente o efeito oposto! O que a comparação transmite para a criança e o adolescente é que eles não são tão bons assim e que não os aceitamos do jeito que são. Isso pode gerar traumas e fazê-los se sentirem incapazes e inferiores aos demais.

Assim como nós, que se ficarmos olhando para os outros, nunca iremos nos sentir realizadas com o que temos e como somos, da mesma forma devemos enxergar nossos filhos como indivíduos com suas próprias características, falhas e virtudes.

Olhando apenas para nós mesmas, poderemos nos superar em tudo! Nós e eles nunca seremos como os outros, e ainda bem! Só assim seremos sempre tão únicos!

Até a semana que vem,

Isabela Munhoz

Jornalista com atuação no Brasil, Inglaterra, Argentina e Israel. Autora do best seller Bolsa Blindada e palestrante na Universidade de Harvard.

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