Bolsa Blindada Responde: Todo trabalho compensa?

Hoje vou responder à dúvida de uma leitora que diz ter saído do trabalho por ganhar pouco. Será que ela fez a coisa certa?

Você trabalha longe de casa, ganha pouco e ainda não faz o que gosta. O que fazer: pedir a conta mesmo sem ter outro trabalho em vista ou ir levando até onde der?

Confira minha resposta neste vídeo!

Se você tem alguma dúvida e quer participar do Bolsa Blindada Responde, deixe um comentário abaixo ou envie sua mensagem pelo Contato.

E se você ainda não se cadastrou aqui no blog, mas quer receber todas as nossas novidades, não deixe de fazê-lo

Cadastre o seu e-mail agora!
Cadastre o seu e-mail abaixo e receba todas as nossas novidades!

Nos vemos!

Jornalista com atuação no Brasil, Inglaterra, Argentina e Israel. Autora do best seller Bolsa Blindada e palestrante na Universidade de Harvard.

  • Silvia Mara Spricigo diz:

    Nooooosa Patrícia!!! Foi um “chacoalhão” em quem fica procurando desculpas para não pegar firme no trabalho! Não deixo um post do seu blog sem ler. Sou sua fã. Abraços!

  • Danielle friash diz:

    Paty, ouvir e ver o video resposta me lembrei do meu 1º trabalho…aos 18 anos, Eu acordava as 4hrs da madrugada, as 5h20 estava na estação de trem na Região Oeste (que eu tinha que ir a pé…pois a empresa somente pagava 1 transporte) para as 8hrs estar em Congonhas Zona Sul… Não foi facil mas eu procurei lutar pois eu queria trabalhar!! E o Salario era o minimo do minimo eu praticamente pagava para trabalhar, mas valeu a experiência… Hoje, Trabalho proximo de casa numa ótima empresa multinacional e sempre me recordo do inicio… Moral da Historia: Sem Sacrificios, Sem Sucesso!!Nenhum começo e facil… Amiga que Escreveu: Let’s Go!! Vá a lutar você vai conseguir!!! Força!! Pois valerá muito a pena! Bjinhos!!

  • Angélica diz:

    Parei de escutar nos primeiros minutos.O direito de uma pessoa ao bem estar é inferior ao fato de ter que trabalhar, mesmo em condições que a deixarão frustradas. Modo capitalista, pessoa=gado.

    • Patrícia Lages diz:

      Entendo seu ponto de vista, Angélica, mas o fato de ter ficado 1 ano em casa ociosa (e agora por mais 3 meses) não tem proporcionado bem estar à leitora, que se sente muito mais frustrada por estar há tanto tempo desempregada e depender financeiramente da mãe para tudo. Sem sacrifício = sem sucesso.

      • Angélica diz:

        Eu entendo Patrícia, porém, vivemos um sistema de meritocracia. A meritocracia é exaltada, é bonito ser esforçado, é bonito ser exemplo de superação. Mas o que vemos de exemplos na mídia, e que esta esquece de dizer, é que são excessões raríssimas.A massa, se prostitui, sim, porque não vejo diferença, para seus trabalhos. O porém é que ao invés de vender minutos de cópula, você vende horas de esforço, físico, mental, e principalmente, TEMPO.Eu sou contra esforço desmedido. A prepotencia da raça humana é se achar mais apta que as demais, porém observe: concorrer com quem já nasceu armado? O preço é alto demais.

        • Patrícia Lages diz:

          Eu creio que a meritocracia é um bom sistema: você tem o que merece. Acho injusto que seja o contrário. Eu nasci super pobre, estudei em escola pública sem livros e sem suporte nenhum. Mal tinha o uniforme, mas cresci na vida por meio de meus esforços. Não “vendi” esforços porque os fiz por mim mesma. Não creio que ninguém seja melhor do que ninguém, mas sim que tenho que fazer o meu melhor para obter o melhor e poder dividir com as pessoas ao meu redor. É algo positivo e não negativo. Eu não nasci armada e concorro com quem já nasceu armado, por isso tenho que fazer mais do que eles. O preço é alto, sem dúvida, mas eu creio que vale a pena pagar. Pelo menos para mim está valendo! 😀

  • Samira Tosas diz:

    Concordo com você amiga. Sabias palavras. Beijos!

  • Joana diz:

    Eu tenho uma dúvida: consegui um estágio em uma empresa e gostaria de saber quais atitudes o estagiário deve tomar para no final do estágio ser contratado. Obrigada!

    • Patrícia Lages diz:

      Você deve fazer o seu melhor, correspondendo às expectativas da empresa. Bos funcionários não se acham em qqr lugar, procure se essa pessoa e a empresa terá interesse em mantê-la.

  • Cláudia diz:

    Olá Patrícia, o video esta muito esclarecedor. E, o que dirias no caso de uma pessoa ter que se levantar as 4h45, para tentar estar na via as 5h30 ou 5h45 o mais tardar, para entrar no trabalho as 7h30 e sair as 18h (1h30 de almoço), tendo o regresso a casa caótico, chegando em casa as 19h30 e por vezes esse horário estende-se até as 21h.

    • Patrícia Lages diz:

      Oi, Claudia. Minha intensão não é ditar regras, pois cada um sabe de si. Se esse trabalho está sendo desgastante demais e vc não vê futuro e nem benefícios em estar nele, decida o que é melhor para si. Só creio que deixar o trabalho pra ficar em casa não é uma boa

  • Suze diz:

    Concordo com você, Patrícia. Todo mundo precisa fazer sacrifícios no início da vida profissional, pra depois poder estar na condição de escolher onde trabalhar. Existe uma geração atualmente que não está disposta a enfrentar isso, por isso são chamados de “nem-nem”, pois não estudam e nem trabalham.

  • roberto diz:

    boa noite d.patricia a senhora e de mais eu concordo com a senhora suas ideias sao fantastica Deus usa sua mente de maneira extraordinaria que continue sempre assim tou apredendo muito com a senhora o seu livro bolsa blindada 1 eu comprei e ja li vou reler vou comprar o 2

  • Edy diz:

    Oi Patrícia, a pergunta da leitora também seria a minha, tenho poucas experiências de trabalho por sempre ter colocado impecilhos, e até ouvir esse vídeo também , atualmente estudo e busco vagas de estágio, inclusive até estava estagiando mas desistir por achar que estava ganhando pouco etc. E hoje estou em casaa , frustrada. Gostei da sua resposta, e nunca tinha parado pra pensar assim. Me ajudou rs. Beijos.

  • Karina diz:

    Ajudou muito Paty.

    Abraços,

  • Nayana Eduarda diz:

    Isso eu aprendi com a minha mãe, “sacrifique agora para colher amanhã”. Todas as vezes que eu passo alguma dificuldade para vencer eu penso nisso. Exemplo: já levei muitas marmitas para o estágio que eu fazia depois da faculdade, pois era muito longe de casa e não dava tempo de voltar de ônibus e nem de carro!!! Hoje trabalho em casa no maior conforto, em decorrência do meu diploma! 😀

  • Katlyn diz:

    Seus vídeos e matérias sempre ajudam muito! Estou sempre procurando ter mais conhecimento.
    Obg!

  • Jessica diz:

    Oi Patricia então minha pergunta e estou super triste montei um salao fiquei dois anos e meio nao deu certo pq era muito parado agora eu mudei tem um ano depois de seis meses melhorou mas janeiro e fevereiro ta parado oque fazer estou super triste nao sei se continuo e vou procurar emprego em outro salao no centro pois meu salao e na zona leste sera que devo renovar o contrato?

    • Patrícia Lages diz:

      É difícil dizer o que vc deve fazer porque não conheço a sua realidade. Mas acho que valeria a pena vc investir na divulgação do seu salão antes de desistir dele. A zona leste de SP é imensa e com toda certeza há muitas pessoas aí que precisam dos seus serviços, então vá em busca delas e nada de tristeza!!!

    • Vik diz:

      Oi Jessica, se me permite dar um conselho como uma pessoa que já trabalhou em empresa própria, gostaria de te dizer que se a sua empresa está meio parada, ela não vai crescer se você continuar com a mesma estratégia de marketing (Supondo eu q o problema não é com a qualidade do serviço). Se você continuar fazendo o que fazia antes, vai colher os mesmos resultados que colhia antes. Algumas ideias que acho que vc deveria investir é no marketing pela internet. Vc tem um facebook page para o seu salão repleto de fotos? E uma galeria de fotos no Instagram? Ofereça serviços grátis a algumas pessoas dispostas a servirem de modelos para propaganda. Por exemplo, faça um penteado de festa para alguém que está fazendo aniversário ou se casando em troca de tirar uma foto “antes” e “depois” para postar no seu site. Tenha uma foto correspondente a cada serviço que vc oferece no salão e que mostre a excelência do que vc faz. Se vc tiver um cliente legal q gostou do resultado, pergunta se é ok tirar uma foto para botar no seu facebook e pergunte se essa pessoa também tem um profile pra vc tag ela. Outra dica é atrair mais pessoas ao seu salão com serviços de desconto como Groupon.com. Apesar da primeira visita não gerar muito dinheiro, se vc fizer um bom serviço e tratar aquela pessoa com profissionalismo, ela vai voltar ao seu salão e vai falar bem de você aos amigos, q por fim vão acabar virando seus clientes. Durante esse período q vc esta tentando market o seu salão, e as coisas ainda estiverem um pouco paradas, não esqueça de tratar cada gato pingado como se fosse a pessoa mais importante do mundo. Sério, como a rainha da Inglaterra estivesse visitando o seu salão. Afinal, uma pessoa atenciosa é o melhor cartão de visita.

  • Maiara diz:

    Olá Patrícia,
    Tenho acompanhado o seu blog faz algum tempo e gostado muito das dicas, tem me ajudado muito, obrigada! Entendo seu ponto de vista e também de alguns comentários deixados com opiniões opostas, mas a verdade é que temos que ser calculistas e verificar as consequências geradas de cada decisão. O fato é que não podemos nos sustentar sem ter dinheiro e se abrirmos mão de uma fonte de renda temos que ter em vista de como suprir essa falta.

    • Patrícia Lages diz:

      Exatamente. Eu dou meu po to de vista, mas cada um deve analisar seu caso, bem observado!!

  • Joselene Lima diz:

    Devido ter sido criada apenas pela minha mãe que foi abandonada pelo meu pai quando ainda éramos muito pequenos (tenho mais quatro irmãos), comecei a trabalhar aos 14 anos de idade. Hoje tenho estabilidade, graças a Deus, mais ontem fiz uma escolha difícil: estava muito cansada, porém tinha que escolher: ou abrir a minha lan house e faturar algum dinheiro ou passar o dia inteiro dormindo, descansando. Decidi trabalhar. Nem sempre é fácil, mas como diz o ditado: quem trabalha Deus ajuda! Então sempre que estou muito cansada ou sobrecarregada digo: “xô moleza” e parto pra luta 🙂 É o que essa moça deve fazer urgente!

  • Anônima diz:

    Patrícia, boa noite! Trabalho em uma prefeitura há 5 anos. Gosto do que faço e cursei 2 especializações durante esse período para me aprimorar nessa área (saúde). Contudo, um problema vem me acompanhando desde minha entrada: sempre tem alguém para me diminuir. Logo que assumi a vaga, uma colega (braço direito da chefia) disse-me que o que eu fazia não era importante. Fiquei quieta e desenvolvi minhas atividades o melhor que podia (até porque não consigo fazer de qualquer jeito). Como sempre gostei de aprender, procurava entender como funcionava as outras áreas, perguntava e dava opiniões. Isso acabou gerando alguns comentários como ser intrometida.
    Chegou um momento em que a chefia me chamou e disse-me que queria que eu assumisse uma outra área (que era de responsabilidade de outra pessoa). Os comentários maldosos se iniciaram mais uma vez: quer tomar o lugar da outra.
    Comecei aos poucos a realizar esse trabalho conforme me eram passadas as tarefas. Infelizmente, fiquei apenas uns 3 meses porque os ocupantes de cargos de confiança (chefia) foram trocados. Voltei a ficar somente com as minhas tarefas antigas (não reclamo, gosto do que faço).
    Após as eleições, tivemos um novo troca-troca de cadeiras. Uma pessoa de fora, com experiência anterior em outro município, foi indicada para ocupar a chefia. Ela disse que queria conversar com todos os funcionários. Quando chegou a minha vez, perguntou o que eu fazia, respondi e ouvi: O que você faz é pouco! (foram exatamente essas as palavras!). Isso já faz um certo tempo.
    Na hora fiquei sem reação. Depois me deu uma revolta tão grande. O que realizo me dá um trabalhão para ser bem feito!
    Quando entrei, tive que organizar uma área que estava parada porque ninguém queria e ninguém quer, na verdade, pois é complicada, não é consolidada e ninguém sabe exatamente o que fazer em certas situações (até hoje vivo em um aprendizado. E agradeço! Porque não conseguiria viver simplesmente em uma rotina burocrática).
    Preciso de uma ajuda. Até hoje não consigo ter um bom relacionamento com a chefia. Vejo que as coisas mais simples do meu trabalho ficam paradas na mesa da chefia esperando pela sua decisão. Parece que meu trabalho é desprezado ou que o certo não deva ser feito.
    Além disso, não temos plano de carreira, apenas algumas pessoas recebem hora extra (indicados) e vejo os desmandos, o predomínio dos interesses dos políticos e dos empresários onde o peso maior deveria ser a proteção da saúde da população.
    Queria aproveitar minhas férias para descansar e avaliar tudo isso. No entanto, já cortaram as férias e nem é ano eleitoral!
    Como devo agir?
    Repito, gosto do que faço. Esse tipo de trabalho é exclusivo do setor público. Mas não sei se vou aguentar essa situação por mais tempo. Estou a ponto de explodir e mandar tudo para o alto. Já pensei em pedir transferência para outro setor, porém acho injusto.

    • Patrícia Lages diz:

      Oi, amiga. Não tenho nenhuma experiência no setor público, mas pelo que vc conta seu problema não tem sido só com a atual chefia. Pelo menos é o que entendi. Parece que vc tem tido problemas de relacionamento o tempo todo, então, se for isso mesmo, procure avaliar a sua conduta. Veja se vc não tem agido de forma a deixar os outros desconfortáveis. Porque se for isso, não vai adiantar trocar de setor. Bjs!

      • Anônima diz:

        Patrícia, obrigada. Vou seguir sua recomendação para ver se é isso mesmo. Você teria como me ajudar a fazer essa avaliação? Que tipo de perguntas devo fazer a mim mesma? Confesso que tenho dificuldade em enxergar onde erro. Geralmente tenho a impressão que não sou bem entendida…

        • Patrícia Lages diz:

          Se vc tem sempre essa impressão (de não ser compreendida), veja se não é vc que não tem sabido se explicar. Eu penso que se ninguém me entende, é mais provável que eu não saiba explicar do que achar que todos estão errados. Eu creio que vc deveria perguntar para as pessoas e ver o que elas acham. Pergunte claramente se elas acreditam que você é uma pessoa difícil, se não sabe se explicar, se mais complica do que explica. Saiba ouvi-las sem julgamentos e sem se sentir ofendida ou querer se defender. Ouça, avalie e faça a sua análise do que deve reter, mudar ou excluir da sua vida. Bjs!

  • Dayane diz:

    Você é show Paty!
    Muito, muito bom seu site.
    LENDO TUDOOOOO!!!!!
    ^^

    • Patrícia Lages diz:

      ??

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatório são marcados *

*


Carreira Profissional

Cartão de Crédito

Investimentos

Pagamento de Dívidas

Faça uma busca no site:

Acompanhe também a Bolsa
Blindada nas redes sociais:


Receba todas nossas novidades!

Livros Bolsa Blindada:

Desenvolvido por: